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https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/10521
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Registro completo de metadatos
| Campo DC | Valor | Lengua/Idioma |
|---|---|---|
| dc.contributor.advisor | Nunes, Marcos Roberto | - |
| dc.contributor.author | Oliveira, Janduí Evangelista de | - |
| dc.date.accessioned | 2015-03-04T19:04:05Z | - |
| dc.date.available | 2015-03-04T19:04:05Z | - |
| dc.date.issued | 2013-01-31 | - |
| dc.identifier.citation | Oliveira, Janduí Evangelista de. Santo Agostinho: a busca da verdade e a descoberta da felicidade. Recife, 2013.Dissertação (mestrado) – Universidade Federal de Pernambuco, CFCH. Programa de Pós-graduação em Filosofia, 2013. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/10521 | - |
| dc.description.abstract | A busca da felicidade sempre fez parte da vida humana, por isso, desde a Grécia Antiga grandes filósofos se dedicam a discutir o problema. Nesse sentido, este trabalho objetiva fazer uma investigação e uma análise da relação entre a verdade e a felicidade presente na filosofia agostiniana, em sua relação com a tradição filosófica pagã. Na filosofia greco-romana temos Platão, para quem a felicidade é a harmonia da alma, que se traduz numa vida dedicada a um conhecimento progressivo que aponta para a ideia do bem. Aristóteles entende-a como bemestar ou prosperidade, estes tomados como objetivo último da vida prática. No estoicismo, Cícero concebe a felicidade como a consequência de uma vida pautada na razão, na vontade, e Sêneca a define como viver de acordo com a natureza. Por fim, temos Plotino, para quem a felicidade é aquela vida segundo a natureza intelectual da alma humana e que permite o retorno ao Uno. Inicialmente, Agostinho adotou tais posicionamentos, porém, procurou evitar aquilo que foi, para ele, o maior engano de tais filosofias: acreditar que a felicidade seja fruto apenas do esforço pessoal, ou seja, da razão e da vontade humana. E, a partir disso, ele propõe que a verdadeira felicidade se dará somente na posse da verdade-Deus. Nesse sentido, apontaremos os reflexos da filosofia greco-romana na concepção de felicidade do hiponense, como também, os elementos que garantem a originalidade da proposta agostiniana. Para tanto, nossa pesquisa se estrutura nas próprias obras de Agostinho, como Sobre a vida feliz, Solilóquios, Contra os Acadêmicos, Sobre o Livre Arbítrio, Confissões e no Sobre a Trindade, assim como em comentadores do tema em questão. | pt_BR |
| dc.language.iso | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal de Pernambuco | pt_BR |
| dc.rights | openAccess | pt_BR |
| dc.rights | Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil | * |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/ | * |
| dc.subject | Agostinho | pt_BR |
| dc.subject | filosofia greco-romana | pt_BR |
| dc.subject | razão | pt_BR |
| dc.subject | verdade e felicidade | pt_BR |
| dc.title | Santo Agostinho: a busca da verdade e a descoberta da felicidade | pt_BR |
| dc.type | doctoralThesis | pt_BR |
| Aparece en las colecciones: | Dissertações de Mestrado - Filosofia | |
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| Fichero | Descripción | Tamaño | Formato | |
|---|---|---|---|---|
| Dissertação Janduí de Oliveira.pdf | 463.93 kB | Adobe PDF | ![]() Visualizar/Abrir |
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