Please use this identifier to cite or link to this item:
https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/11351
Share on
Full metadata record
| DC Field | Value | Language |
|---|---|---|
| dc.contributor.advisor | CARNEIRO, Ana Rita Sá | |
| dc.contributor.author | SILVA, Joelmir Marques da | |
| dc.date.accessioned | 2015-03-09T12:21:32Z | |
| dc.date.available | 2015-03-09T12:21:32Z | |
| dc.date.issued | 2012-02-13 | |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/11351 | |
| dc.description.abstract | O jardim moderno foi criado na cidade do Recife por Roberto Burle Marx na década de 1930. Para o paisagista o desenho de um jardim é uma reintegração estética dos elementos da paisagem envolvente onde a vegetação é o elemento principal. Com essa intenção Burle Marx projetou um conjunto de treze jardins públicos, entre 1935 a 1937, que faziam parte de um plano de aformoseamento do Recife e, dentre eles, destacam-se a Praça de Casa Forte e a Praça Euclides da Cunha por serem seus primeiros projetos. Por incluir seres vivos na sua concepção, a conservação de um jardim agrega a complexidade e a dinâmica do ciclo da vida, e sendo perecível e renovável como especifica a Carta de Florença [1981], a falta de conservação do jardim provoca degradação que somente é revertida com a restauração. Neste sentido, a conservação da vegetação de um jardim histórico tem sua particularidade por se tratar de um verde histórico, que caracteriza o conhecimento da composição florística do projeto original e a atual configurando desta forma um estudo da arqueologia botânica. Diante disto, o problema que caracteriza o presente estudo estabeleceu-se em torno da ausência de um maior entendimento do verde histórico da Praça de Casa Forte e da Praça Euclides da Cunha. Para tanto, objetivou-se identificar a composição florística do projeto original e a atual dessas praças bem como compará-las com vistas a garantir ações de conservação que concorrerá para a autenticidade. Nesta perspectiva, observou-se que apesar das intervenções ocorridas com relação à vegetação indicada nos projetos originais, a ideia do paisagista permanece. | pt_BR |
| dc.description.sponsorship | CAPES | pt_BR |
| dc.language.iso | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal de Pernambuco | pt_BR |
| dc.rights | openAccess | pt_BR |
| dc.rights | Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil | * |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/ | * |
| dc.subject | Desenvolvimento urbano | pt_BR |
| dc.subject | Jardim | pt_BR |
| dc.subject | Arquitetura paisagística | pt_BR |
| dc.subject | Recife | pt_BR |
| dc.title | Arqueologia botânica dos jardins de Burle Marx: a Praça de Casa Forte e a Praça Euclides da Cunha, Recife/PE | pt_BR |
| dc.type | masterThesis | pt_BR |
| Appears in Collections: | Dissertações de Mestrado - Desenvolvimento Urbano | |
Files in This Item:
| File | Description | Size | Format | |
|---|---|---|---|---|
| Dissertação joelmir.pdf | 11.1 MB | Adobe PDF | ![]() View/Open |
This item is protected by original copyright |
This item is licensed under a Creative Commons License

