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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.contributor.advisorMARQUES, Ana Paula de Oliveira-
dc.contributor.authorMELO, Elisa Moura de Albuquerque-
dc.date.accessioned2019-08-28T18:37:27Z-
dc.date.available2019-08-28T18:37:27Z-
dc.date.issued2014-08-26-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/32030-
dc.description.abstractPara investigar a prevalência da síndrome da fragilidade e fatores associados em idosos institucionalizados residentes no município de Recife/PE, foi realizado estudo descritivo, de corte transversal, quantitativo em nove Instituições de Longa Permanência para Idosos, públicas ou filantrópicas, entre janeiro e maio de 2013. Foram incluídos 214 idosos, admitindo-se como variáveis independentes, as condições sociodemográficas e de saúde, autorreferidas ou obtidas no prontuário do idoso, e a graduação da fragilidade do idoso como variável dependente, avaliada por meio da Escala de Fragilidade de Edmonton. A média de idade igualou-se a 76,42 ± 0,66 anos (IC95% 75,12 – 77,71). Constatou-se predomínio de sexo feminino (69,6%), estado civil solteiro (53,7%), com tempo de estudo variando de um a quatro anos (54,4%). Mais frequentemente tinham percepção de renda (86,4%) de até um salário-mínimo (73,4%) e o tempo de residência era menor que um ano para 29,4% dos idosos. Quanto à cognição, 79,4% dos entrevistados foram reprovados por erros significativos. A síndrome de fragilidade foi identificada em 70,1% dos idosos. Todos os fatores incluídos na escala de fragilidade do idoso alcançaram significância estatística associada ao aumento da prevalência de fragilidade, assim como a escolaridade, com prevalência igual 3,0 (IC95% 1,3-6,6) para sua ausência e 2,5 (IC95% 1,2-5,3), para um a quatro anos de estudo. A ausência de renda pessoal aumentou a prevalência em duas vezes (IC95% 1,0-4,0). Na análise multivariada, os fatores que mais contribuíram para a prevalência foram comprometimento da cognição, da independência funcional, autoavaliação de saúde, frequência do suporte social, percepção de perda de peso e sentimento de tristeza/depressão.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Pernambucopt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectIdosospt_BR
dc.subjectInstituição de longa permanência para idosospt_BR
dc.subjectIdoso fragilizadopt_BR
dc.subjectSaúde do idoso institucionalizadopt_BR
dc.titleSíndrome da fragilidade em idosos institucionalizados : prevalência e fatores associadospt_BR
dc.typemasterThesispt_BR
dc.contributor.advisor-coLEAL, Márcia Carrera Campos-
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/2944465628628323pt_BR
dc.publisher.initialsUFPEpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.degree.levelmestradopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/3382322676433312pt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pos Graduacao em Saude Coletivapt_BR
dc.description.abstractxTo investigate the prevalence and the factors associated with frailty syndrome in institutionalized elderly, residents in the city of Recife/PE, a descriptive, cross-sectional, quantitative study was performed in nine public or philanthropic Homes for the Aged, between January and May 2013. We included 214 seniors, assuming as independent variables, the sociodemographic and health conditions, self-reported or obtained from elderly records, and the degree of elderly fragility, as dependent variable, assessed by Edmonton Fragility Scale. The mean age equaled to 76.42 ± 0.66 years (95% CI 75.12-77.71). We found a predominance of females (69.6%), unmarried (53.7%), with study time ranging from one to four years (54.4%). More frequently they referred perception of income (86.4%) up to one minimum salary (73.4%) and the residence time was less than a year to 29.4% of elderly. Regarding cognition, 79.4% of respondents were disapproved by significant errors. The frailty syndrome was identified in 70.1% of the elderly. All factors included in elderly frailty scale reached statistical significance, associated with increased frailty prevalence, as well as education, with a prevalence equal to 3.0 (95% CI 1.3-6.6) for its absence, and 2.5 (95% CI 1.2-5.3), for a four-year study. The absence of personal income increased at twice the prevalence (95% CI 1.0-4.0). In multivariate analysis, the factors that most contributed to the prevalence were impaired cognition, functional independence, self-evaluation of health, frequency of social support, perceived weight loss and feeling of sadness/depression.pt_BR
dc.contributor.advisor-coLatteshttp://lattes.cnpq.br/9565468344357009pt_BR
Aparece en las colecciones: Dissertações de Mestrado - Saúde Coletiva

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