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https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/32264
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Full metadata record
| DC Field | Value | Language |
|---|---|---|
| dc.contributor.advisor | GUIMARÃES, Ignez de Pinho | - |
| dc.contributor.author | AMORIM, José Victor Antunes de | - |
| dc.date.accessioned | 2019-09-05T20:04:33Z | - |
| dc.date.available | 2019-09-05T20:04:33Z | - |
| dc.date.issued | 2018-02-20 | - |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/32264 | - |
| dc.description.abstract | Granitos ferrosos possuem número de ferro mais alto que granitóides cordilheranos, estão comumente associados a ambientes extensionais, e são enriquecidos em LILE e HFSE. Granitos ferrosos (580 - 530 Ma) foram descritos na subprovíncia Transversal da Província da Borborema (PB) e na África. Compreendem dois grupos: G1 - levemente peraluminosos a metaluminosos, álcali-cálcicos, com mica pobre em annita e cristalizados sob condições intermediárias de fO₂ (Complexo Aroeiras e enxames de diques Serra Branca - Coxixola); G2 - metaluminosos a levemente peraluminosos, alcalinos a álcali-cálcicos, com mica rica em annita e cristalizados sob condições de baixa fO₂. G1 marca a transição da colisão para transcorrências (∼585 Ma), ou da transcorrência para uplift e transtensão (∼545 Ma). G2 respresenta os granitóides intrudidos durante tectonica extensional associada a fase transcorrente (∼550 Ma), ou sincrônica com a deposição de bacias intracratônicas transtensionais (∼530 Ma). Idades modelo de Hf e Nd são mais antigas que 2,0 Ga, sugerindo que a geração dos granitóides ferrosos envolveu fusão parcial de rochas Paleoproterozoicas. O fato destes grantóides serem enriquecdidos em LILE e HFSE, como esperado, é reconhecível em mapas gamaespectrométricos de escala regional, valores mais altos de K(%), eTh (ppm) e eU (ppm) contrastam significativamente com as rochas encaixantes e com granitos magnesianos. Alguns destes granitóides encontram-se associados com gabros e dioritos, resultando em associações heterogêneas de rochas. Essas heterogeneidades, em mapas gamaespectrométricos, são possíveis de serem identificadas e correlacionadas com processos geológicos (mistura, deformação em zonas de cisalhamento), geoquímica, e petrografia. Dioritos e gabros mostram valores médios a baixos de K (1 - 3%), eTh (5 - 20ppm) e eU (0,2 - 2ppm), contrastando com valores altos em regiões que dominam granitóides ferrosos (K, 3 - 6%; eTh, 15 - 60ppm; eU, 2 - 4ppm). | pt_BR |
| dc.description.sponsorship | FACEPE | pt_BR |
| dc.language.iso | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal de Pernambuco | pt_BR |
| dc.rights | openAccess | pt_BR |
| dc.rights | Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil | * |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/ | * |
| dc.subject | Geociências | pt_BR |
| dc.subject | Granitos ferrosos | pt_BR |
| dc.subject | Província Borborema | pt_BR |
| dc.subject | Subprovíncia Transversal | pt_BR |
| dc.subject | Geoquímica | pt_BR |
| dc.subject | Geocronologia | pt_BR |
| dc.title | Magmatismo ferroso na Zona Transversal da Província da Borborema: petrogênese e implicações geodinâmicas | pt_BR |
| dc.type | masterThesis | pt_BR |
| dc.contributor.advisor-co | RIBEIRO, Vanessa Biondo | - |
| dc.contributor.authorLattes | http://lattes.cnpq.br/8879143214107245 | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFPE | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.degree.level | mestrado | pt_BR |
| dc.contributor.advisorLattes | http://lattes.cnpq.br/3023163091988403 | pt_BR |
| dc.publisher.program | Programa de Pos Graduacao em Geociencias | pt_BR |
| dc.description.abstractx | Ferroan granites have higher Fe-number than cordilleran granitoids, often emplaced in extensional settings, and are LILE and HFSE enriched. Ferroan granites (585 – 530 Ma) have been described in the Transversal subprovince of the Borborema Province (BP) and in Africa. They comprise two groups: G1 - slightly peraluminous to metaluminous, alkali-calcic rocks, with annite-poor mica and crystallized under intermediate fO₂ (Aroeiras Complex and Serra Branca – Coxixola dike swarms); G2 metaluminous to slightly peraluminous, alkalic to alkali-calcic rocks, with annite rich mica and crystallized under low fO₂ (Queimadas and Prata intrusions). G1 marks the transition from collision to transcurrence (ca. 585 Ma), or from transcurrence to uplift and transtension (ca. 545 Ma). G2 represents the granitoids intruded during extensional tectonics in transcurrent setting (ca. 550 Ma), or coeval with deposition of transtensional intracratonic basins (ca. 530 Ma). Hf and Nd model ages are older than 2.0 Ga, suggesting that the ferroan granitoids involved partial melting of Paleoproterozoic rocks. The LILE and HFSE enriched nature of these granitoids, as expected, is recognizable in gamma spectrometric maps of regional scale, highest values of K(%), eTh (ppm) and eU (ppm) contrasts significantly with country rocks and magnesian granites. Some of the ferroan granitoids are associated with coeval diorites and gabbros, comprising heterogeneous rock associations. In gamma spectrometric maps it is possible to identify these heterogeneities and link to geological processes (mingling, shear zone deformation), geochemistry, as well as, petrography. Diorites and gabbros show low to medium values of K (1 – 3%), eTh (5 – 20ppm) and eU (0.2 – 2ppm), contrasting with the high values of regions with dominance of ferroan granitoids (K, 3 – 6%; eTh, 15 – 60ppm; eU, 2 – 4ppm). | pt_BR |
| Appears in Collections: | Dissertações de Mestrado - Geociências | |
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|---|---|---|---|---|
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