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Por favor, use este identificador para citar o enlazar este ítem: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/32298

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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.contributor.advisorLEAL, Maria Virgínia-
dc.contributor.authorSILVA, Ana Rita de Oliveira Souza da-
dc.date.accessioned2019-09-05T21:58:51Z-
dc.date.available2019-09-05T21:58:51Z-
dc.date.issued2018-08-30-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/32298-
dc.description.abstractO presente trabalho objetivou analisar discursos intolerantes sobre o HIV, tendo como foco principal identificar manifestações da memória discursiva no discurso atual sobre HIV. Desta forma, investigaremos o funcionamento do Discurso Intolerante em relação a pessoas com HIV positivo, buscando compreender a repetibilidade de discursos marcados pelos preconceitos e desinformação dos primeiros anos da epidemia. Tomando como corpus de análise comentários em redes sociais, em matérias de páginas de jornais, bem como imagens de campanhas de organizações de combate ao HIV, partimos da concepção de formação discursiva (FOUCAULT, cf. BARONAS); (PÊCHEUX, 1995) para analisar a Formação Discursiva que denominaremos "intolerante as pessoas com HIV" e da concepção de designação e referência a partir de estudo de Rajagopalan (2003), Koch (s/d), e Bakhtin (2012). Para dar conta desta questão complexa, utilizamos diversas contribuições teóricas, tanto da análise do discurso francesa, quanto da antropologia e da pragmática. A preocupação central está pautada no modo como se constitui este discurso pertencente a esta formação discursiva. Para tanto, tivemos como conceitos centrais que norteiam e abarcam todos os temas que serão conduzidos no trabalho a questão do Silêncio da Memória Discursiva. Deste modo, observamos também que a Designação - sempre presente de modo significativo na Formação Discursiva em questão - produz também como efeitos de sentido o silenciamento. Para cumprir, portanto, os objetivos do trabalho, a dissertação está dividida nas seções: O que deve ser calado: Morte, Sexo e Doenças; Determinantes sociais da saúde e estigma: Estigmas, Nomeação; Silêncio, Silenciamento e Memória Discursiva; Análise de dados.pt_BR
dc.description.sponsorshipCAPESpt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Pernambucopt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectDiscurso intolerantept_BR
dc.subjectHIVpt_BR
dc.subjectFormações discursivaspt_BR
dc.subjectMemória discursivapt_BR
dc.subjectSilênciopt_BR
dc.titleAs faces do HIV: uma relação possível entre silêncio e memória discursivapt_BR
dc.typemasterThesispt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/0514591509095287pt_BR
dc.publisher.initialsUFPEpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.degree.levelmestradopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/6702400671945298pt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pos Graduacao em Letraspt_BR
dc.description.abstractxThis thesis’s goal is to analyze discourses of intolerance about HIV, focusing mainly on the observation of how discursive memory can be identified in the current discourse about HIV. Therefore, we investigatedthe functioning of the intolerant discourse with regards to people who are HIV-positive, by trying to understand the repeatability of discourses that are marked by prejudice and misinformation back from the first years of the epidemic. Before anything else, the conceptualization of discursive formation (Foucault, cf. Baronas); (Pêcheux, 1995) was taken into consideration in order to analyze the Discursive Formation that we called here “intolerant to HIV-positive people” and the conceptualization of designation and reference from the study of Rajagopalan (2003), Koch (n.d.), and Bakhtin (2012). Several comments posted both on social networks and on news websites, as well as posters spread by organizations that fight HIV, are part of the corpus used in this work. In order to deal with this complex matter, several theoretical contributions from the French discourse analysis, the anthropology and pragmatics are present here. The main concern is the way this discourse, which belongs to this discursive formation, is constituted. For this reason, some main concepts were used as guides and ended up encompassing every theme that were conducted in the work: the matter of Silence and Discursive Memory. Herewith, we also observed that Designation – always present in a significant way in this Discursive Formation – also produces silencing as meaning effects. Therefore, with a view to meet the goals of this work, the dissertation is divided into sections: “What must be silenced: Death, Sex and Diseases”; “Social factors of health and stigma: Stigmas, Nomination, silence, Silencing and Discursive Memory; Data analysis.pt_BR
Aparece en las colecciones: Dissertações de Mestrado - Linguística

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