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Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/38832

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dc.contributor.advisorSARINHO, Emanuel Sávio Cavalcanti-
dc.contributor.authorCORREIA, José André da Silva-
dc.date.accessioned2020-11-30T19:47:46Z-
dc.date.available2020-11-30T19:47:46Z-
dc.date.issued2020-07-24-
dc.identifier.citationPREVALÊNCIA de alergia alimentar em pré-escolares de Limoeiro - PE. 2020. Dissertação (Mestrado em Saúde da Criança e do Adolescente) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2020.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/38832-
dc.description.abstractA prevalência das doenças alérgicas tem elevado nas últimas décadas, em especial nas sociedades ocidentais, tendo a alergia alimentar contribuído em grande parte para este fenômeno. Tal cenário pode gerar prejuízos nutricionais para a saúde dos indivíduos, advindos de restrições alimentares impostas sem orientação adequada. A despeito disso, há uma escassez de dados epidemiológicos acerca de alergia alimentar no mundo inteiro. Esta dificuldade provém da falta de homogeneidade quanto à coleta dos dados, além dos diversos critérios estabelecidos em cada pesquisa, com uso de instrumentos de avaliação pouco confiáveis e da complexidade intrínseca à temática em questão. O uso de questionários e formulários se apresenta como forma facilitadora da operacionalização e da redução dos gastos da pesquisa. Para o uso desta ferramenta, entretanto, é importante que exista confiabilidade nos dados coletados. O trabalho objetivou verificar a prevalência de alergia alimentar em pré-escolares em Limoeiro-PE, através da realização de estudo transversal, com pré-escolares com idade entre 2 anos completos e 6 anos incompletos. Foram selecionados para responderem aos questionários de triagem todos os cuidadores de pré-escolares matriculados em escolas municipais na zona urbana do município entre março e junho de 2019 (total de 619). Houve aplicação complementar de triagem com 151 questionários respondidos por cuidadores nas ruas do município. Para o grupo que respondeu positivamente ao questionário de triagem, foi realizado preenchimento de um segundo questionário mais detalhado (previamente validado) na presença do pesquisador. Do total de 770 questionários entregues, 412 (53,51%) foram preenchidos e devolvidos. Entre os 47 (11,41%) questionários com resposta positiva para alergia alimentar, apenas 29 (7,04%) identificaram alimento. Os questionários de triagem resultaram em maior frequência de alergia relatada em meninas (p = 0,028) e em primogênitos (p = 0,278). Os alimentos mais incriminados foram camarão, marisco, carne de porco e leite. Dos 29 que identificaram um ou mais alimentos, 22 responderam ao formulário detalhado, resultando em 4 (0,97%) positivos. Destes, dois foram descartados, restando 2 casos (0,48%) prováveis de alergia alimentar. A prevalência de alergia alimentar relatada encontrada foi menor que a descrita em estudos prévios. Os alimentos mais referidos foram camarão, carne de porco e marisco, e houve maior relato de alergia a múltiplos alimentos, mesmo em crianças não expostas, o que destaca a relevância do peso cultural nas repostas encontradas. O baixo percentual encontrado após questionário detalhado e testes confirmatórios ratifica a baixa prevalência de alergia alimentar confirmada em pré-escolares encontrada em alguns estudos anteriores.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Pernambucopt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectHipersensibilidade alimentarpt_BR
dc.subjectPrevalênciapt_BR
dc.subjectInquéritos e questionáriospt_BR
dc.titlePrevalência de alergia alimentar em pré-escolares de Limoeiro - PEpt_BR
dc.typemasterThesispt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/3141509997512574pt_BR
dc.publisher.initialsUFPEpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.degree.levelmestradopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/0557373983746122pt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pos Graduacao em Saude da Crianca e do Adolescentept_BR
dc.description.abstractxThere is a rising tendency in the prevalence of allergic diseases, specially in the western societies. Food allergy is a great contributor to this phenomenon. This scenario results in severe nutritional losses for the individuals, that comes from food restrictions imposed inappropriately. Despite this, there is a worldwide scarcity in epidemiological data about food allergy. This difficulty comes from the lack of unity in the data collection, the diverse diagnostic criteria, the use of unreliable tools and, of course, the complexity of the studied theme. The use of questionnaires facilitates the operationalization and promotes the reduction of research costs. This study aims to verify the prevalence of food allergy in preschoolers of Limoeiro-PE, Brazil. To accomplishment a transversal study with preschoolers, the caregivers of every preschooler registered in the public schools of Limoeiro-PE in 2019 were invited to answer a questionnaire (total of 619). It was complemented by 151 questionnaires answered by caregivers approached in the city streets. The group that answered positively the screening questionnaire was invited to answer a second questionnaire (previously validated) applied by the researcher. Of the 770 distributed questionnaires, 412 (53.51%) were filled. Of this, 47 (11.41%) answered positively to food allergy, but only 29 (7.04%) identified a food. The most cited foods were shrimp, shellfish, pork and milk. The screening questionnaires resulted in a higher frequency of related food allergy in females (p = 0.278) and firstborn children (p = 0.218). The detailed form was answered by 22 of the 29 caregivers that related food allergy and identified the food, resulting in 4 (0.97%) positive forms. The prevalence of perceived food allergy was lower than founded in previous studies. The most reported foods were shrimps, pork e shellfish, and multiple foods allergy was reported more than single food allergy, even thought the children weren’t exposed to them. This fact highlights the importance of cultural aspects in the founded answers. The low percentage established after detailed questionnaires and confirmatory tests evidences the low prevalence of confirmed food allergy in preschoolers founded in previous studies.pt_BR
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