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Por favor, use este identificador para citar o enlazar este ítem: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/48441

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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.contributor.advisorCLEMENTE, Flávia da Silva-
dc.contributor.authorSILVA, Emilly Emmanuelly dos Santos-
dc.contributor.authorNASCIMENTO, Maria Aline Marques Ferreira do-
dc.date.accessioned2022-12-27T17:35:28Z-
dc.date.available2022-12-27T17:35:28Z-
dc.date.issued2022-10-31-
dc.date.submitted2022-11-25-
dc.identifier.citationSILVA, Emilly Emmanuelly dos Santos; NASCIMENTO, Maria Aline Marques Ferreira do. A cordialidade violenta contra mulheres negras cisgêneras, trans, travestis e formas de resistências. 2022. Trabalho de Conclusão de Curso (Serviço Social) – Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2022.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/48441-
dc.description.abstractEsta monografia argumenta sobre a problemática da proliferação de múltiplas violências cordiais brasileiras propagadas pela crença do mito da democracia racial na sociedade, além de outras estratégias de desumanização manipuladas pelo Estado que perpassam os corpos de mulheres negras cisgêneras e trans/travestis, e que são originadas pelo sistema colonial-ocidental-eurocêntrico-cisheteronormativo-cristão-capitalista responsável pela disseminação de estereótipos racistas e trans/travestisfóbicos que inferiorizam estas identidades cotidianamente ao impactarem negativamente no processo de reconhecimento e construção da autoestima, saúde mental, humanidade e afetividade. Assim, este estudo aborda sobre compreensões básicas do racismo, da colonialidade e suas características romantizadas no Brasil, e de como no pós abolição a população negra se tornou a mais pauperizada e consequentemente o principal projeto de caridade, eugenia, esterilização e higienização do Estado, e que sobrevive na atualidade sob a imposição deste projeto. Além de compartilhar as perspectivas e subjetividades de mulheres negras cisgêneras e trans/travestis, principalmente nos contextos de raça, gênero, sexualidade e classe, evidenciando a realidade de serem as que estão presentes na base da pirâmide social e que possuem indicadores sócio-históricos exclusivos a serem observados. Ademais, tratando também sobre a importância de promover a historicidade do Movimento Negro, Feminismo Negro, Interseccional e Decolonialidade; e utilizar do amor, afeto negro, aquilombamento, conhecimento ancestral de saberes e invenções de mulheres negras como construção do autoamor da identidade negra feminina entre a população negra, e sobretudo, enfatizar o fortalecimento de resistência e estratégias de luta negra para os mesmos, sem sobrepujar as necessidades materiais e instinto de sobrevivência sob as necessidades emocionais. Para tanto, a estratégia metodológica utilizada foi a de pesquisa documental qualitativa e investigação, como também levantamento bibliográfico/documental, de método marxista, feminista negro, decolonial e interseccional. Destarte, diante da análise de conteúdo feita sobre as concepções do racismo e da cordialidade violenta que se expressam nas distintas formas de violência contra os corpos de mulheres negras cisgêneras e trans/travestis, tal como a realidade vivenciada pelas autoras negras deste trabalho de monografia desde as suas infâncias, conclui-se que deve-se haver aprofundação, reflexão, debate e aproximação a respeito de temáticas interseccionais e decoloniais, pois o racismo, machismo, classismo, lgbtfobia e trans/travestifobia fazem parte das expressões da Questão Social e do sistema capitalista colonial que condena a população negra e trans/travesti a morte. É necessário que a luta anti-racista, anti-sexista e a favor da existência da população LGBTQIAP+ e trans/travesti sejam objetos de intervenção ético-político e teórico-metodológico do assistente social, para que se promova maior qualidade de vida e direitos sociais universais em busca de uma sociedade igualitária.pt_BR
dc.format.extent155p.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectCordialidade violentapt_BR
dc.subjectMulheres negraspt_BR
dc.subjectTrans/travestispt_BR
dc.subjectAncestralidadept_BR
dc.subjectDecolonialidadept_BR
dc.titleA cordialidade violenta contra mulheres negras cisgêneras, trans, travestis e formas de resistênciaspt_BR
dc.typebachelorThesispt_BR
dc.degree.levelGraduacaopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/3845365828533014pt_BR
dc.description.abstractxEsta monografía argumenta sobre el problema de la proliferación de múltiples violencias cordiales brasileñas propagadas por la creencia en el mito de la democracia racial en la sociedad, además de otras estrategias de deshumanización manipuladas por el Estado, que permean los cuerpos de mujeres negras cisgénero y trans/travestis, y que tienen su origen en el sistema colonial-occidental-eurocéntrico-cisheteronormativo-cristiano-capitalista responsable de la difusión de estereotipos racistas y trans/travesvestifóbicos que diariamente inferiorizan estas identidades al impactar negativamente en el proceso de reconocimiento y construcción de la autoestima, salud mental, humanidad y afectividad. Así, el estudio aborda comprensiones básicas del racismo, la colonialidad y sus características romantizadas en Brasil, y cómo en el período posterior a la abolición, la población negra se convirtió en la más empobrecida y, en consecuencia, en el principal proyecto de caridad, eugenesia, esterilización e higiene del Estado, y que sobrevive hoy, bajo la imposición de este proyecto. Además de compartir las miradas y subjetividades de las mujeres negras cisgénero y trans/travestis, especialmente en los contextos de raza, género, sexualidad y clase, evidenciando la realidad de ser quienes están presentes en la base de la pirámide social y quienes tienen exclusivas Indicadores sociohistóricos a observar. Asimismo, tratando también la importancia de promover la historicidad del Movimiento Negro, el Feminismo Negro, la Interseccionalidad y la Decolonialidad; y utilizar el amor, el afecto negro, el quilombamento, los saberes ancestrales y los inventos de las mujeres negras como construcción del amor propio de la identidad negra femenina entre la población negra, y sobre todo, enfatizar el fortalecimiento de la resistencia y la lucha negra, estrategias para ellos, sin superar las necesidades materiales y los instintos de supervivencia sobre las necesidades emocionales. Para ello, la estrategia metodológica utilizada fue la investigación cualitativa documental, y la investigación, así como la investigación bibliográfica/documental, utilizando un método marxista, feminista negro, decolonial e interseccional. Así, ante el análisis de contenido realizado sobre los conceptos de racismo y cordialidad violenta que se expresan en las diferentes formas de violencia contra el cuerpo de las mujeres negras cisgénero y trans/travestis, como la realidad vivida por las autoras negras de este trabajo monográfico desde su infancia, se concluye que debe haber una profundización, reflexión, debate y acercamiento en torno a temas interseccionales y decoloniales, ya que el racismo, el machismo, el clasismo, la lgbtfobia y la trans/travestifobia forman parte de las expresiones de la Cuestión Social y la sistema capitalista colonial que condena a muerte a la población negra y trans/travesti; es necesario que la lucha antirracista, antisexista, y a favor de la existencia de la población LGBTQIAP+ y trans/travesti, sean objeto de intervención ético-política y teórico-metodológica del trabajador social, a fin de promover una mejor calidad de vida y derechos instituciones sociales universales en busca de una sociedad igualitaria.pt_BR
dc.subject.cnpqÁreas::Ciências Sociais Aplicadaspt_BR
dc.degree.departament::(CCSA-DSS) - Departamento de Serviço Socialpt_BR
dc.degree.graduation::CCSA-Curso de Serviço Socialpt_BR
dc.degree.grantorUniversidade Federal de Pernambucopt_BR
dc.degree.localRecifept_BR
Aparece en las colecciones: (TCC) - Serviço Social

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