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dc.contributor.advisorNOGUEIRA, Maria Aparecida Lopespt_BR
dc.contributor.authorARAÚJO, Sandra Simone Moraes dept_BR
dc.date.accessioned2014-06-12T15:03:35Z
dc.date.available2014-06-12T15:03:35Z
dc.date.issued2011-01-31pt_BR
dc.identifier.citationSimone Moraes de Araújo, Sandra; Aparecida Lopes Nogueira, Maria. Narradores do sensível: um estudo sobre o imaginário e a cegueira na cidade do Recife (versão para quem enxerga). 2011. Tese (Doutorado). Programa de Pós-Graduação em Antropologia, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2011.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/551
dc.description.abstractEsta tese teve como objetivo estudar a relação entre o imaginário e a cegueira, a partir da prática cotidiana dos cegos, na cidade do Recife, de maneira que se possa compreender como estes sujeitos percorrem o trajeto antropológico. A ideia de realizar um estudo desta natureza partiu da reflexão sobre a teoria do imaginário de Gilbert Durand, que o concebe, como o conjunto de imagens que compõem o capital pensado do Homo sapiens, e constitui a essência do espírito, como um esforço do ser humano em contrapor-se ao mundo objetivo da morte. Segundo o autor, na dinâmica do imaginário a essência do espírito impulsiona a capacidade humana de significar, as imagens são elementos organizadores da cultura e por meio delas o homem percorre o trajeto antropológico. Muitas vezes, quando se fala em imagens o pensamento logo conduz para algo que é percebido pelo sentido da visão. De forma muito apressada poderíamos pensar que alguém que não pode enxergar não teria capacidade de compor imagens, nem de compreender os símbolos de sua cultura. Os cegos, principalmente os que são portadores da cegueira congênita, desenvolvem a capacidade de apreender e se relacionar no contexto de sua cultura de maneira diversa do normovisual e de um modo particular percorre o trajeto antropológico. Para esta descoberta, foi utilizado como instrumental de coleta de dados, a observação direta do comportamento, a frequência ao curso de tiflologia, entrevistas semiestruturadas e a realização de uma oficina de fotografia direcionada para pessoas cegas. Os dados colhidos foram analisados por meio da mitocrítica, tendo como referencial teórico o que Gilbert Durand considera ser o entre saberes; a superação da oposição entre: natureza/cultura, cegueira/visão, etc. A partir da pesquisa foi possível observar que nas relações do cotidiano, dessa cidade, as pessoas cegas ainda são excluídas, e para viver nesse lugar criam táticas, subvertem os obstáculos e se organizam em instituições para reivindicarem melhorias na qualidade de vida. Atualmente a resistência das lutas em prol dessas melhorias, vem provocando, lentamente, modificações na cidade do Recife, criando pequenos oásis de acessibilidade, embora as mudanças ainda não contemplem todas as prerrogativas da legislação vigente destinada a pessoas com deficiênciapt_BR
dc.description.sponsorshipPrefeitura da Cidade do Recifept_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Pernambucopt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectRecifept_BR
dc.subjectCidadept_BR
dc.subjectCegospt_BR
dc.subjectImagináriopt_BR
dc.titleNarradores do sensível: um estudo sobre o imaginário e a cegueira na cidade do Recife (versão para quem enxerga)pt_BR
dc.typedoctoralThesispt_BR
Appears in Collections:Teses de Doutorado - Antropologia

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