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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.contributor.advisorLINS, Esdras Marques-
dc.contributor.authorSILVA, Thalita Dutra e-
dc.date.accessioned2025-11-06T14:44:48Z-
dc.date.available2025-11-06T14:44:48Z-
dc.date.issued2025-06-30-
dc.identifier.citationSILVA, Thalita Dutra e. Importância da histerectomia no reparo cirúrgico de prolapsos apicais: revisão sistemática e metanálise. 2025. Dissertação (Mestrado em Cirurgia) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/66765-
dc.description.abstractProlapso de Órgãos Pélvicos (POP) é uma condição clínica que deverá aumentar em prevalência, sobretudo devido ao aumento da expectativa de vida e da obesidade. O reparo cirúrgico de prolapsos uterinos tem sido frequentemente realizado em associação à histerectomia. Mais recentemente, entretanto, estudos têm mostrado que técnicas de preservação uterina (histeropexia) podem oferecer resultados melhores, ou pelo menos semelhantes, em relação aos resultados anatômicos e às taxas de recorrência. No entanto, ainda não está totalmente estabelecido qual é o impacto a longo prazo da permanência do útero na anatomia do assoalho pélvico. Ademais, estudos comparando ambas as técnicas ainda são limitados, bem como os guidelines demonstram-se ambíguos, resultando em variações no tratamento. O objetivo deste estudo foi identificar a importância da histerectomia no reparo cirúrgico de prolapsos apicais, comparando seus resultados com técnicas de preservação uterina, com relação aos resultados anatômicos e taxa de recorrência. Foi realizada busca sistemática nas bases de dados Pubmed, EMBASE, Scopus, CINAHL, LILACS e Web of Science até 03 de maio de 2024, com a análise de dados realizada com R, versão 4.5.0, R Core Team, 2025. A estrutura da revisão seguiu os guidelines PRISMA (Preferred Reporting Items guidelines for Systematic reviews and Meta-analyses). Foram identificados inicialmente 877 artigos. Após triagem, 07 estudos (04 estudos de coorte e 03 estudos randomizados controlados) foram incluídos na revisão sistemática e metanálise. Foram realizadas 03 comparações distintas, todas envolvendo histerectomia transvaginal com suspensão de ligamentos uterossacros (HTV-US) em comparação com outro ramo de análise entre os seguintes: histeropexia com fixação dos ligamentos sacroespinhosos (HX-SE) com fio, HX-SE com tela sintética (Uphold), histerectomia com sacrocolpofixação minimamente invasiva (HI SCP MI). Três metanálises apresentaram resultados estatisticamente relevantes: maior falha anatômica global da HTV-US em comparação com HX-SE com Uphold (n: 339; log OR: 0,95; IC 95%: 0,45 a 1.45; p=0,0002); comprimento vaginal total menor no braço HTV-US em relação a HX-SE com Uphold (n:339; MD:-0,88; IC 95%: -1,10 a -0,66; p=<0,0001) e HI SCP MI (n:146; MD:-1,03; IC 95%: -1,81 a -0,25; p=0,01). Esse resultado sugere que histeropexia com uso de material sintético (tela) pode ser mais eficaz que histerectomia com reparo nativo na abordagem do POP apical. Estudos subsequentes, preferencialmente ensaios clínicos randomizados, devem ser realizados para confirmação dos achados do presente estudo.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Pernambucopt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/pt_BR
dc.subjectHisterectomiapt_BR
dc.subjectProlapso Uterinopt_BR
dc.subjectProlapso de Órgão Pélvicopt_BR
dc.subjectTelas Cirúrgicaspt_BR
dc.titleImportância da histerectomia no reparo cirúrgico de prolapsos apicais: revisão sistemática e metanálisept_BR
dc.typemasterThesispt_BR
dc.contributor.advisor-coCAVALCANTI, Geraldo de Aguiar-
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/9671101283624305pt_BR
dc.publisher.initialsUFPEpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.degree.levelmestradopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/0319456991779817pt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pos Graduacao em Cirurgiapt_BR
dc.description.abstractxPelvic Organ Prolapse (POP) is a clinical condition expected to increase in prevalence, particularly due to increased life expectancy and obesity. Surgical repair of uterine prolapse has often been performed in conjunction with hysterectomy. However, more recently, studies have shown that uterine preservation techniques (hysteropexy) may offer better, or at least similar, results in terms of anatomical outcomes and recurrence rates. However, the long term impact of uterine preservation on pelvic floor anatomy has not yet been fully established. Furthermore, studies comparing both techniques are still limited, and the guidelines are ambiguous, resulting in treatment variations. The aim of this study was to identify the importance of hysterectomy in the surgical repair of apical prolapses, comparing its results with uterine preservation techniques, with regard to anatomical outcomes and recurrence rate. A systematic search and summary of the literature was carried out in the Pubmed, EMBASE, Scopus, CINAHL, LILACS and Web of Science databases until May 3, 2024, with data analysis carried out using com R, version 4.5.0, R Core Team, 2025.The structure of the review followed the Preferred Reporting Items guidelines for Systematic reviews and Meta-analyses (PRISMA) guidelines. A total of 877 articles were initially identified, and after appropriate screening, 07 studies (04 cohort studies and 03 Randomized Controlled Studies) were included in the SR and meta-analysis. Three different comparisons were performed, all involving transvaginal hysterectomy with uterosacral ligament suspension (HTV-US) compared with another analysis arm among the following: hysteropexy with fixation of the sacrospinous ligaments (HX-SE) with wire, HX-SE with synthetic mesh (Uphold), hysterectomy with minimally invasive sacrocolpofixation. Three meta-analyses presented statistically relevant results: higher incidence of anatomical failure in the HTV-US group compared to HX-SE with Uphold group (n: 339; log OR: 0.72; 95% CI: 0.27 to 1.17; p=0.0016); total vaginal length (TVL) shorter in the HTV-US group compared to HX-SE with Uphold (n: 339; MD: -0.88; 95% CI: -1.10 to -0.66; p=<0.0001) and HI SCP MI groups (n: 146; MD: -1.03; 95% CI: -1.81 to -0.25; p=0.01). This result suggests that hysteropexy using synthetic material (mesh) may be more effective than hysterectomy with native repair in apical POP approach. Subsequent studies, preferably randomized clinical trials, should be performed to confirm the findings of the present study.pt_BR
dc.contributor.advisor-coLatteshttp://lattes.cnpq.br/3467598589627562pt_BR
Aparece en las colecciones: Dissertações de Mestrado - Cirurgia

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