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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/66781

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dc.contributor.advisorOLIVEIRA, Aurenéa Maria de-
dc.contributor.authorSILVA, Raiany Evelin Soares da-
dc.date.accessioned2025-11-07T11:59:11Z-
dc.date.available2025-11-07T11:59:11Z-
dc.date.issued2025-08-19-
dc.identifier.citationSILVA, Raiany Evelin Soares da. Performances de um saber-ser: sobre a criação de espaços de resistência por formas outras de mobilização da memória e do conhecimento. 2025. Dissertação (Mestrado em Educação) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/66781-
dc.description.abstractHistoricamente, a epistemologia ocidental se constituiu a partir da cisão entre corpo e razão, relegando o corpo – sobretudo o corpo negro – ao campo da irracionalidade e da natureza. Essa lógica resultou na negação e deslegitimação nos modos de ser e saber de matriz africana, alheios à racionalidade moderna. Em contraponto, esta pesquisa investiga como, em contextos de matriz africana e afrodiaspóricos, o corpo se inscreve como lugar de memória, resistência e saber, sendo central à performan ce de um saber-ser negra diaspórica. Parte da questão: em que a discussão sobre o corpo negro pode contribuir para a descolonização da educação? Como objetivo ge ral, buscou-se delinear os contornos de uma educação que reconheça o corpo como território de múltiplas aprendizagens. Os objetivos específicos foram: (1) investigar como sabedorias corporais se manifestam como resistência à colonialidade na diás pora brasileira; e (2) articular como essas sabedorias se vinculam a uma educação híbrida e descolonizadora. A pesquisa, de abordagem qualitativa, adotou a história oral e a análise de discurso de linha francesa. As entrevistas com pessoas negras li gadas a práticas culturais e espirituais evidenciam o corpo como arquivo vivo de sa beres ancestrais ativados por meio da oralidade, da performance e da experiência. O corpo negro, assim, emerge como campo epistemológico, ético e político de rein venção frente às violências coloniais.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Pernambucopt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/pt_BR
dc.subjectCorpo negropt_BR
dc.subjectDiásporapt_BR
dc.subjectEducaçãopt_BR
dc.subjectResistênciapt_BR
dc.titlePerformances de um saber-ser: sobre a criação de espaços de resistência por formas outras de mobilização da memória e do conhecimentopt_BR
dc.typemasterThesispt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/7611207857243560pt_BR
dc.publisher.initialsUFPEpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.degree.levelmestradopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/8610442220256282pt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pos Graduacao em Educacaopt_BR
dc.description.abstractxHistorically, Western epistemology has been constituted through the split between body and reason, relegating the body – especially the Black body – to the realm of ir rationality and nature. This logic has resulted in the denial and delegitimization of African-rooted ways of being and knowing, which stand outside modern rationality. In contrast, this research investigates how, in African and Afro-diasporic contexts, the body is inscribed as a site of memory, resistance, and knowledge, playing a central role in the performance of a diasporic Black knowledge-being. It starts from the ques tion: in what ways can the discussion around the Black body contribute to the decolo nization of education? The general objective was to outline the contours of an educa tion that recognizes the body as a territory of multiple ways of learning. The specific objectives were: (1) to investigate how embodied wisdoms manifest as resistance to coloniality in the Brazilian diaspora; and (2) to articulate how these wisdoms are con nected to a hybrid and decolonizing education. The research, based on a qualitative approach, adopted oral history and French discourse analysis. Interviews with Black individuals involved in cultural and spiritual practices highlight the body as a living ar chive of ancestral knowledge, activated through orality, performance, and lived expe rience. In this sense, the Black body emerges as an epistemological, ethical, and po litical field of reinvention in the face of colonial violence.pt_BR
Aparece nas coleções:Dissertações de Mestrado - Educação

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