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Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/66890

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dc.contributor.advisorMELO, Ana Maria Mendonça de Albuquerque-
dc.contributor.authorPINTO, João Emanuel Firmo-
dc.date.accessioned2025-11-18T12:50:19Z-
dc.date.available2025-11-18T12:50:19Z-
dc.date.issued2025-08-26-
dc.identifier.citationPINTO, João Emanuel Firmo. Implementação do ensaio cometa para quantificação de dano e reparo do DNA em linfócitos humanos expostos à radiação gama. 2025. Dissertação (Mestrado Tecnologias Energéticas e Nucleares) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/66890-
dc.description.abstractEmbora a radiação ionizante seja amplamente aplicada em áreas como medicina e indústria, seu potencial de induzir danos expressivos ao DNA celular ressalta a importância do monitoramento biológico como estratégia de radioproteção.Dentre as técnicas biodosimétricas disponíveis, o ensaio cometa alcalino destaca-se pela sua sensibilidade na detecção de quebras no DNA a nível individual, embora sua eficácia dependa da padronização de protocolos para diferentes contextos experimentais. Diante disto, o presente trabalho teve como objetivo implementar a técnica do ensaio cometa para avaliar o dano e a cinética de reparo do DNA em linfócitos humanos expostos à radiação gama de cobalto-60 (Co-60), além de investigar danos oxidativos ao DNA por meio da utilização do ensaio cometa modificado. Para tal, linfócitos isolados de sangue periférico humano foram irradiados com doses absorvidas de 2 e 4Gy numa fonte de Co-60 e analisados por meio do ensaio cometa. Os resultados indicaram um dano agudo e dose-dependente ao DNA. Para a dose de 2 Gy, o Índice de Dano (ID) médio reduziu de 29,58 ± 5,55 (tempo 0) para 11,17 ± 4,23 (60 min), enquanto para 4 Gy, a redução foi de 48,67 ± 4,78 para 26,00 ± 3,36 nos mesmos intervalos de tempo, sendo a dose de 2 Gy a que apresentou maior eficiência de reparo. A aplicação do ensaio cometa modificado utilizando a enzima FPG em amostras irradiadas com 4 Gy, demonstrou um aumento significativo de dano, confirmando a presença de lesões oxidativas não detectáveis pelo método padrão. Portanto, conclui-se que a metodologia implementada é reprodutível, sensível e adequada para detectar a cinética de reparo em curtos intervalos de tempo, e que o protocolo padronizado poderá ser aplicado em futuros estudos de radiossensibilidade, biomonitoramento ocupacional e avaliação de exposições ambientais à radiação ionizante.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Pernambucopt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/pt_BR
dc.subjectBiodosimetriapt_BR
dc.subjectEnsaio cometapt_BR
dc.subjectRadiação gamapt_BR
dc.titleImplementação do ensaio cometa para quantificação de dano e reparo do DNA em linfócitos humanos expostos à radiação gamapt_BR
dc.typemasterThesispt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/3198132118866737pt_BR
dc.publisher.initialsUFPEpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.degree.levelmestradopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/1885317649064462pt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pos Graduacao em Tecnologias Energeticas e Nuclearpt_BR
dc.description.abstractxThe widespread use of ionizing radiation in fields such as medicine and industry contrasts with its potential to induce significant cellular DNA damage, making biological monitoring essential for radioprotection strategies. Among the available biodosimetric techniques, the alkaline comet assay stands out for its sensitivity in detecting DNA breaks at the individual cell level, although its effectiveness depends on the standardization of protocols for different experimental contexts. In this context, the present study aimed to implement the comet assay technique to evaluate DNA damage and repair kinetics in human lymphocytes exposed to gamma radiation (2 Gy and 4 Gy) at 0, 30, and 60 minutes post-exposure, in addition to investigating oxidative damage using the FPG enzyme, thereby consolidating an applicable protocol for the UFPE Radiobiology Laboratory. To this end, lymphocytes isolated from human peripheral blood were irradiated with a Cobalt-60 source and analyzed using the standard alkaline comet assay and a modified version with the FPG enzyme. The results indicated acute, dose-dependent DNA damage, followed by a significant reduction in damage indices over time, demonstrating cellular repair. For the 2 Gy dose, the mean Damage Index (DI) decreased from 29.58 ± 5.55 (at time 0) to 11.17 ± 4.23 (at 60 min), while for 4 Gy, the reduction was from 48.67 ± 4.78 to 26.00 ± 3.36 overs the same intervals, with the 2 Gy dose showing greater repair efficiency. Furthermore, the application of the FPG enzyme to samples irradiated with 4 Gy and to a positive control with potassium bromate (KBrO₃) showed a significant increase in damage, confirming the presence of oxidative lesions. It is concluded that the implemented methodology proved to be reproducible and sensitive for detecting repair kinetics in short intervals, and the standardized protocol offers a robust experimental basis for future applications in studies of radiosensitivity and occupational and environmental biomonitoring.pt_BR
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