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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.contributor.advisorMENEZES NETO, Hugo-
dc.contributor.authorBARROS, Jamille Maria Carvalho-
dc.date.accessioned2025-12-15T15:59:44Z-
dc.date.available2025-12-15T15:59:44Z-
dc.date.issued2025-07-22-
dc.identifier.citationBARROS, Jamille Maria Carvalho. Construir "brechas" e caminhos: experiências sociais e negritude entre pessoas educadoras negras do Museu do Homem do Nordeste, Recife - PE. 2025. Dissertação (Mestrado em Antropologia) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67175-
dc.description.abstractEste trabalho, desenvolvido em interlocução com pessoas negras que atuam ou já atuaram como educadoras do Museu do Homem do Nordeste – Muhne, visa a uma análise a respeito das experiências sociais e da negritude. Partimos da compreensão desse museu como um dispositivo que colabora com a legitimação do pensamento social e museológico de Gilberto Freyre e do trabalho desenvolvido pelas e pelos interlocutores da pesquisa como movimento de negociação entre o que está exposto no museu e as ausências que consideram necessário evidenciar, a partir das narrativas que constroem. Em contraponto à concepção freyreana sobre as relações raciais no Brasil, nos anos de trabalho e pesquisa no Muhne foram observadas práticas que visavam ampliar e revisar os discursos em torno dessas relações, bem como a abordagem sobre demais marcadores sociais da diferença — atrelados a eixos como cultura popular, saberes originários, processos identitários e afins. O Muhne é aqui analisado, portanto, a partir de uma dinâmica relacional com as e os agentes que o mobilizam, ativam e reinventam através do trabalho de educação. A negritude constitui um elemento importante da análise; a pesquisa ampara-se nesse conceito desde seu sentido mais geral — o de qualidade ou condição de ser negro, posição social associada a características determinantes, fenotípicas, de uma racialidade negra — até o vasto panorama no qual o termo se inscreve, em torno de movimentos políticos de valorização da experiência de ser negro e de confronto à colonialidade. As relações observadas provocaram o questionamento: o que as oralituras negras construídas durante a mediação artístico-cultural evidenciam sobre a prática educativo-museal? O trabalho, portanto, evidencia a mediação cultural e infere sobre os processos de autoinscrição, escrevivência e negritude enquanto práxis cuja mediação é capaz de manifestar. Através de tais apontamentos, busca elaborar sugestões para uma conceituação dessas práticas plurais, abarcadas pela mediação cultural.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Pernambucopt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/pt_BR
dc.subjectEducadores negrospt_BR
dc.subjectMediaçãopt_BR
dc.subjectNegritudept_BR
dc.subjectMuseu do Homem do Nordestept_BR
dc.subjectAutoinscriçãopt_BR
dc.titleConstruir "brechas" e caminhos: experiências sociais e negritude entre pessoas educadoras negras do Museu do Homem do Nordeste, Recife - PEpt_BR
dc.typemasterThesispt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/6407821732060848pt_BR
dc.publisher.initialsUFPEpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.degree.levelmestradopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/9993809791372280pt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pos Graduacao em Antropologiapt_BR
dc.description.abstractxThis work, developed in dialogue with Black people who currently work or have previously worked as educators at the Museu do Homem do Nordeste - Muhne (Museum of the Man of the Northeast), aims to analyze social experiences and Blackness. We begin by understanding this museum as a device that contributes to legitimizing Gilberto Freyre's social and museological thought, while also recognizing the work developed by the research interlocutors as a negotiation between what is exhibited in the museum and the absences they consider necessary to highlight through the narratives they construct. In contrast to Freyre's conception of race relations in Brazil, years of work and research at Muhne have revealed practices that sought to expand and revise the narratives surrounding these relations, as well as the approach to other social markers of difference – connected to areas such as popular culture, Indigenous knowledge, identity processes, and beyond. Muhne is therefore analyzed here through a relational dynamic with the agents who mobilize, activate, and reinvent it through educational work. Blackness constitutes a key element of the analysis. The research is grounded in this concept – from its most general sense, as the quality or condition of being Black (a social position tied to determining phenotypic characteristics of Black raciality), to the broader scope in which the term is inscribed, encompassing political movements that value the Black experience and confront coloniality. The observed relationships led to the central question: What do the Black oralitures created during artistic-cultural mediation reveal about museum-based educational practice? With emphasis on this reflection, the work highlights cultural mediation. It infers the processes of self-inscription, escrevivência (life-writing rooted in lived experience), and Blackness as praxis, as manifested through mediation. Through these reflections, it seeks to propose ways to conceptualize these plural practices encompassed by cultural mediation.pt_BR
Aparece en las colecciones: Dissertações de Mestrado - Antropologia

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