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Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67537

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dc.contributor.advisorFERREIRA, Aurino Lima-
dc.contributor.authorSILVA, Maria Lúcia Ferreira da-
dc.date.accessioned2026-01-12T14:24:46Z-
dc.date.available2026-01-12T14:24:46Z-
dc.date.issued2025-08-18-
dc.identifier.citationSILVA, Maria Lúcia Ferreira da. Cultivo de resiliência em juventudes periféricas participantes da organização social Neimfa: contribuições desde a perspectiva transpessoal participativa de(s)colonial para os processos de (trans)formação humana. 2025. Tese (Doutorado em Educação) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67537-
dc.description.abstractA educação das juventudes permanece um campo de embates, disputas e resistências, principalmente no que se refere às juventudes periféricas, que são insistentemente tomadas como sinônimo de violência, vulnerabilidade e propensas à criminalidade. As adversidades enfrentadas pelas juventudes são sistêmicas e multifacetadas, requerendo múltiplos pontos de vista para compreendê-las. As políticas educacionais acerca das juventudes continuam sendo afetadas pelo ideário neoliberal, que tem mobilizado o constructo da resiliência a serviço da captura da subjetividade juvenil para fins adaptativos e produtivistas. O termo “periféricas”, adjetivando juventudes, problematiza não só a diversidade, como também demarca as exclusões vividas e aponta as potências de resistência desses sujeitos. A resiliência é posta numa perspectiva de(s)colonial, apoiando-se na abordagem transpessoal com o intuito de ampliar a compreensão dos processos de (trans)formação humana no campo educacional. A partir disso, o objetivo geral desta pesquisa é compreender, a partir da perspectiva transpessoal participativa de(s)colonial, como juventudes periféricas participantes de projetos sociais e as organizações sociais constroem estratégias de cultivo de resiliência diante de contextos de adversidades. A partir da experiência com dez jovens participantes da organização social Núcleo Educacional Irmãos Menores de Francisco de Assis (Neimfa), da Favela do Coque, situada em Recife-PE, objetivamos, especificamente: a) mapear estratégias de cultivo de resiliência enquanto experiências formativas, desenvolvidas na/pela organização social Neimfa a fim de compreender os processos de intervenção que favorecem uma (trans)formação humana; b) compreender as estratégias de cultivo de resiliência mobilizadas pelas próprias juventudes periféricas dessa organização que favoreceram a sua própria construção enquanto sujeitos socialmente comprometidos; c) sentirpensar temas mobilizadores indicados pelos participantes como capazes de favorecer ações formativas junto as juventudes periféricas; e d) apresentar esboços preliminares de uma resiliência participativa de(s)colonial para os campos da Educação e Psicologia Transpessoal com o intuito de oferecer agendas (trans)formativas pessoais e coletivas de cultivo da resiliência no enfrentamento das adversidades sociopolíticas de nosso tempo. Trata-se de uma investigação de caráter exploratório e participante em uma abordagem qualitativa atravessada por uma fazer de(s)colonial, inspirado no método da sociopoética. Na cocriação dos dados, foram realizadas três rodas de conversas/oficinas sociopoéticas. Os dados perpassaram as análises classificatória, transversal e contra-análise, seguindo as orientações sociopoéticas. A partir da técnica dos “lugares geomíticos”, apresentamos as estratégias de cultivo de resiliência mobilizadas pela organização social Neimfa para favorecer o processo de (trans)formação humana: 1) um lugar de oportunidades para aprendizagem; 2) um lugar muito grande e movimentado, onde há muitas pessoas diferentes; 3) um lugar cheio de possibilidades de transformações e mudanças; e 4) um lugar que acolhe. São apresentadas a contra-análise dos desenhos do mandala e relatos dos coparticipantes que tratam das estratégias de cultivo de resiliência mobilizadas pelas próprias juventudes periféricas nos seus processos de (trans)formação humana: (i) apoio da família e dos amigos; (ii) atividades físicas – esportes; (iii) estudar; (iv) escutar música; e (v) participar de cursos/frequentar os encontros aos domingos no Neimfa. São elencadas as temáticas mais significativas/importantes, apontadas pelos coparticipantes, para trabalhar com as juventudes de periferia hoje: 1) diversão, arte e cultura; 2) amor, felicidade como direito e redução das amarguras; 3) educação integral: sexual, drogas, vícios, amizade; 4) aprender sobre as diferenças e como respeitá-las e acolhê-la; 5) quebrar ciclos de repetições negativas (familiares e regras limitantes da sociedade; e 6) acesso ao direito à educação integral e enfrentamento das adversidades. Por fim, também são apresentadas noções preliminares de uma perspectiva de resiliência participativa de(s)colonial para o campo da Educação e Psicologia Transpessoal e suas agendas (trans)formativas pessoais e coletivas de cultivo da resiliência no enfrentamento das adversidades sociopolíticas de nosso tempo.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Pernambucopt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/pt_BR
dc.subjectResiliênciapt_BR
dc.subjectJuventudes periféricaspt_BR
dc.subjectEducaçãopt_BR
dc.subjectPerspectiva transpessoal de(s)colonialpt_BR
dc.subjectSociopóéticapt_BR
dc.titleCultivo de resiliência em juventudes periféricas participantes da organização social Neimfa: contribuições desde a perspectiva transpessoal participativa de(s)colonial para os processos de (trans)formação humanapt_BR
dc.typedoctoralThesispt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/3824664261152453pt_BR
dc.publisher.initialsUFPEpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.degree.leveldoutoradopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/5402096659543875pt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pos Graduacao em Educacaopt_BR
dc.description.abstractxLa educación juvenil sigue siendo un campo de conflicto, disputas y resistencia, especialmente en lo que respecta a la juventud periférica, a la que se percibe persistentemente como sinónimo de violencia, vulnerabilidad y propensa a la delincuencia. Las adversidades que enfrentan los jóvenes son sistémicas y multifacéticas, y requieren múltiples perspectivas para comprenderlas. Las políticas educativas juveniles siguen viéndose afectadas por la ideología neoliberal, que ha movilizado el concepto de resiliencia para capturar la subjetividad juvenil con fines adaptativos y productivos. El término «periférico», como descripción de la juventud, problematiza no solo la diversidad, sino que también delimita las exclusiones que experimentan y señala las capacidades de resistencia de estos sujetos. La resiliencia se sitúa en una perspectiva descolonial, con el apoyo del enfoque transpersonal, para ampliar la comprensión de los procesos de (trans)formación humana en el ámbito educativo. Objetivo general: comprender, desde la perspectiva transpersonal participativa de la (s)colonialidad, cómo la juventud periférica, los participantes en proyectos sociales y las organizaciones sociales construyen estrategias para cultivar la resiliencia frente a la adversidad. Con base en la experiencia con diez jóvenes participantes de la organización social Núcleo Educacional Irmãos Menores de Francisco de Assis (Neimfa), de la Favela do Coque, Recife-PE, nos proponemos específicamente: a) mapear estrategias de cultivo de resiliencia, como experiencias formativas, desarrolladas en/por la organización social Neimfa para comprender los procesos de intervención que favorecen la (trans)formación humana; b) comprender las estrategias de cultivo de resiliencia movilizadas por los jóvenes periféricos de esta organización que favorecieron su propia construcción como sujetos socialmente comprometidos; c) sentir y pensar sobre temas movilizadores indicados por los participantes como capaces de favorecer acciones formativas con jóvenes periféricos; y d) presentar esbozos preliminares de una resiliencia de(s)colonial participativa para el campo de la Educación y la Psicología Transpersonal, con el objetivo de ofrecer agendas (trans)formativas personales y colectivas para cultivar la resiliencia frente a las adversidades sociopolíticas de nuestro tiempo. Investigación exploratoria y participativa, en un enfoque cualitativo atravesado por un hacer de(s)colonial, inspirado en el método sociopoético. Para la cocreación de los datos, se realizaron tres círculos/talleres de conversación sociopoética. Los datos se sometieron a un análisis clasificatorio, transversal y de contraanálisis siguiendo las directrices sociopoéticas. Utilizando la técnica de “lugares geomíticos”, presentamos las estrategias de desarrollo de la resiliencia implementadas por la organización social Neimfa para impulsar el proceso de (trans)formación humana: 1) un lugar de oportunidades de aprendizaje; 2) un lugar amplio y dinámico, hogar de personas diversas; 3) un lugar lleno de posibilidades de transformación y cambio; 4) un lugar acogedor. Presentamos un contraanálisis de los dibujos de mandalas y los relatos de los participantes, que abordan las estrategias de desarrollo de la resiliencia implementadas por los propios jóvenes de la periferia en sus procesos de (trans)formación humana: (i) apoyo de familiares y amigos; (ii) actividades físicas y deportivas; (iii) estudiar; (iv) escuchar música; y (v) participar en cursos/asistir a reuniones dominicales en Neimfa. Los temas más significativos e importantes, identificados por los participantes, para trabajar con jóvenes de la periferia hoy en día son: 1) diversión, arte y cultura; 2) amor, felicidad como derecho y reducción de la amargura; 3) educación integral: sexual, drogas, adicciones, amistad; 4) aprender sobre las diferencias y cómo respetarlas y aceptarlas; 5) romper ciclos de repeticiones negativas (familia y normas limitantes de la sociedade; y 6) acceso al derecho a la educación integral y enfrentamiento de la adversidad. Finalmente, también se presentan nociones preliminares de una perspectiva de resiliencia participativa decolonial para el campo de la educación y la psicología transpersonal, junto con sus agendas (trans)formativas personales y colectivas para cultivar la resiliencia al enfrentar las adversidades sociopolíticas de nuestro tempo.pt_BR
dc.contributor.authorORCIDhttps://orcid.org/0000-0002-3243-4589pt_BR
dc.contributor.advisorORCIDhttps://orcid.org/0000-0002-7883-9549pt_BR
Appears in Collections:Teses de Doutorado - Educação

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