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Por favor, use este identificador para citar o enlazar este ítem: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67726

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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.contributor.advisorLUCENA, Joana Marcela Sales de-
dc.contributor.authorSILVA, Letícia Ivonete Marques da-
dc.date.accessioned2026-01-20T17:05:00Z-
dc.date.available2026-01-20T17:05:00Z-
dc.date.issued2025-12-11-
dc.date.submitted2026-01-16-
dc.identifier.citationIVONETE, Letícia. Impacto do treinamento de força no trabalho de parto: Uma revisão sistemática sobre a influência na probabilidade de parto vaginal espontâneo. 2026. Trabalho de conclusão de curso (Educação Física) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2025pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67726-
dc.description.abstractEste estudo teve como objetivo analisar os efeitos do treinamento de força durante a gestação sobre o trabalho de parto e o tipo de parto, considerando os impactos fisiológicos e biomecânicos envolvidos nesse processo. Trata-se de uma revisão integrativa da literatura realizada nas bases PubMed, SciELO e Google Scholar, utilizando descritores relacionados à gestação, exercício físico, treinamento de força e trabalho de parto. Foram incluídos estudos conduzidos com gestantes saudáveis, sem contraindicações clínicas para exercício físico, que investigaram programas contendo treinamento de força ou protocolos multicomponentes com componente resistido, e que apresentaram desfechos ligados à duração do trabalho de parto, intervenções obstétricas ou via de parto. Foram excluídos estudos envolvendo gestantes de alto risco, patologias obstétricas como pré-eclâmpsia grave, placenta prévia ou restrição de crescimento fetal, além de artigos que avaliaram exclusivamente exercícios aeróbicos, revisões narrativas, duplicidades e estudos que não abordaram resultados relacionados ao parto. A literatura demonstra que o treinamento de força promove benefícios musculoesqueléticos importantes durante a gestação, incluindo melhora do controle motor, estabilização lombo-pélvica, fortalecimento do core e do assoalho pélvico, além de redução da sobrecarga lombar e dos desconfortos posturais. No contexto do trabalho de parto, esses fatores contribuem para maior eficiência biomecânica, favorecendo posturas facilitadoras, melhor qualidade do empuxo e adequada progressão fetal pelo canal de parto. Evidências apontam ainda que gestantes fisicamente ativas apresentam menor duração das fases do parto, menor necessidade de ocitocina, menor risco de intervenções instrumentais e maiores taxas de parto vaginal espontâneo. Os resultados analisados indicam que o treinamento de força, quando supervisionado e prescrito de forma apropriada, é seguro e pode influenciar positivamente os desfechos obstétricos. Conclui-se que essa modalidade de exercício representa uma estratégia eficaz para a preparação física da gestante, contribuindo não apenas para um trabalho de parto mais eficiente, mas também para uma recuperação pós-parto mais favorável.pt_BR
dc.format.extent33 p.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsembargoedAccesspt_BR
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/pt_BR
dc.subjectGestação. Treinamento de força. Parto vaginal espontâneo. Atividade física. Pré-natal.pt_BR
dc.titleIMPACTO DO TREINAMENTO DE FORÇA NO TRABALHO DE PARTO: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA SOBRE A INFLUÊNCIA NA PROBABILIDADE DE PARTO VAGINAL ESPONTÂNEOpt_BR
dc.typebachelorThesispt_BR
dc.degree.levelGraduacaopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/4621507340810122pt_BR
dc.description.abstractxThis study aimed to analyze the effects of strength training during pregnancy on labor progression and delivery mode, considering the physiological and biomechanical adaptations involved. An integrative literature review was conducted in the PubMed, SciELO, and Google Scholar databases using descriptors related to pregnancy, physical exercise, strength training, and labor. Inclusion criteria comprised studies with healthy pregnant women, without contraindications to exercise, that evaluated strength training programs or multicomponent protocols including resistance exercises and reported outcomes such as labor duration, obstetric interventions, or mode of delivery. Exclusion criteria included studies involving high-risk pregnancies, obstetric complications such as severe preeclampsia, placenta previa, or fetal growth restriction, as well as articles that assessed only aerobic exercise, narrative reviews, duplicates, and studies lacking labor-related outcomes. The literature shows that strength training provides essential musculoskeletal benefits during pregnancy, including enhanced motor control, lumbopelvic stability, pelvic floor and core strengthening, and reduction of lumbar overload and postural discomfort. Regarding labor, these adaptations support greater biomechanical efficiency, facilitate maternal positioning, improve pushing capacity, and promote optimal fetal descent. Evidence also indicates that physically active pregnant women tend to experience shorter labor phases, reduced need for oxytocin, lower rates of instrumental interventions, and higher prevalence of spontaneous vaginal delivery. The findings suggest that strength training, when properly supervised and prescribed, is safe and positively influences obstetric outcomes. In conclusion, strength training is an effective strategy for maternal physical preparation, contributing not only to a more efficient labor process but also to improved postpartum recovery. Keywords: Pregnancy. Strength training. Spontaneous vaginal delivery. Physical activity. Prenatal care.pt_BR
dc.subject.cnpqÁreas::Ciências da Saúde::Educação Físicapt_BR
dc.degree.departament::(CCS-DEF) - Departamento de Educação Físicapt_BR
dc.degree.graduation::CCS-Curso de Educação Física (Bacharelado)pt_BR
dc.degree.grantorUniversidade Federal de Pernambucopt_BR
dc.degree.localRecifept_BR
Aparece en las colecciones: (TCC) - Educação Física (Bacharelado)

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