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Por favor, use este identificador para citar o enlazar este ítem: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67771

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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.contributor.advisorSILVA FILHO, Marcos Antonio da-
dc.contributor.authorSARABIA, Bruno Luize Oliveira-
dc.date.accessioned2026-01-21T15:26:16Z-
dc.date.available2026-01-21T15:26:16Z-
dc.date.issued2025-09-05-
dc.date.submitted2025-11-22-
dc.identifier.citationSARABIA, Bruno Luize Oliveira. Sobre a hipótese do gênio maligno semântico: é possível radicalizar (ainda mais) a dúvida radical?. 2025. Trabalho de Conclusão de Curso (Filosofia) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67771-
dc.description.abstractDescartes em suas Meditações Metafísicas (1641) popularizou o ceticismo radical enquanto um passo metodológico em prol de uma argumentação anti-cética subsequente. Para tanto e de modo propedêutico, apresentou o argumento contra os sentidos, o argumento do sonho e o argumento hipótese do gênio maligno com o fito de hiperbolizar a dúvida. Depois, refutou detidamente cada um desses argumentos. Todavia, defendemos haver um impasse insolúvel entre o cético e o anti-cético dado que a estratégia de refutação, como a de Descartes, parece insistir no operador “eu sei que …” quando “eu tenho certeza que …” seria o mais adequado para superar preocupações céticas exageradas. Por isso, acreditamos que o Sobre a Certeza (1969) de Wittgenstein pode ser pensado como uma alternativa de estratégia anti-cética que evita esse problema da abordagem de refutação. Além disso, Wittgenstein pode nos ajudar a repensar a própria noção de um ceticismo radical ao analisar nossos jogos de linguagem epistêmicos com o operador “eu duvido que …”. Ademais, propomos uma possível via de radicalização da dúvida radical, a partir de Wittgenstein, pois não acreditamos, assim como Porchat (2003) o fez, que essa dúvida cartesiana tenha alcançado o grau de radicalidade a que originalmente se propôs. Ou seja, valendo-se da terminologia wittgensteiniana, o jogo de linguagem do duvidar radical, pensado a partir das ideias de Descartes poderia ser ainda mais radical (o que chamaremos de jogo de linguagem do duvidar radicalmente radical). Tendo estas questões em conta, desenvolveremos o presente trabalho em duas etapas: I) motivação do debate pela exposição dos argumentos céticos radicais cartesianos e do seu anti-ceticismo posterior. II) apresentação do jogo de linguagem do duvidar com ênfase nas suas regras constitutivas segundo Coliva (2010) para traçar implicações anti-céticas ao lançar duas perguntas-norteadoras: i) em que medida a dúvida radical faz sentido? ii) se a dúvida radical fizer sentido, então ela poderia ser ainda mais radical? E responderemos a estas perguntas mediante observações próprias à hinge epistemology (epistemologia das dobradiças) e uma interpretação semântica do gênio maligno cartesiano.pt_BR
dc.format.extent47p.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/pt_BR
dc.subjectDescartespt_BR
dc.subjectCeticismo radicalpt_BR
dc.subjectSobre a certezapt_BR
dc.subjectWittgensteinpt_BR
dc.subjectGênio maligno semânticopt_BR
dc.titleSobre a hipótese do gênio maligno semântico: é possível radicalizar (ainda mais) a dúvida radical?pt_BR
dc.typebachelorThesispt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/0758907735994195pt_BR
dc.degree.levelGraduacaopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/8812185124107415pt_BR
dc.description.abstractxDescartes, in his Meditations on First Philosophy (1641), popularized radical skepticism as a methodological step toward subsequent anti-skeptical argumentation. To this end, and in a propaedeutic manner, he presented the argument against the senses, the dream argument, and the evil genius hypothesis argument with the aim of hyperbolizing doubt. He then refuted each of these arguments at length. However, we argue that there is an insoluble deadlock between the skeptic and the anti-skeptic, given that the refutation strategy, such as Descartes', seems to insist on the operator “I know that ...” when “I am certain that ...” would be more appropriate to overcome exaggerated skeptical concerns. Therefore, we believe that Wittgenstein's On Certainty (1969) can be thought of as an alternative anti-skeptical strategy that avoids this problem of the refutation approach. Furthermore, Wittgenstein can help us rethink the very notion of radical skepticism by analyzing our epistemic language games with the operator “I doubt that ...”. Moreover, we propose a possible path for radicalizing radical doubt, based on Wittgenstein, since we do not believe, as Porchat (2003) did, that this cartesian doubt has reached the degree of radicalism that it originally proposed. That is, using Wittgensteinian terminology, the language game of radical doubt, conceived from Descartes' ideas, could be even more radical (what we will call the language game of radically radical doubt). With these questions in mind, we will develop this work in two stages: I) motivation for the debate by presenting radical cartesian skeptical arguments and their subsequent anti-skepticism. II) presentation of the language game of doubting with an emphasis on its constitutive rules according to Coliva (2010) to outline anti-skeptical implications by posing two guiding questions: i) to what extent does radical doubt make sense? ii) if radical doubt makes sense, then could it be even more radical? We will answer these questions through observations specific to hinge epistemology and a semantic interpretation of the cartesian evil genius.pt_BR
dc.subject.cnpqÁreas::Ciências Humanas::Filosofiapt_BR
dc.degree.departament::(CFCH-DF) - Departamento de Filosofiapt_BR
dc.degree.graduation::CFCH-Curso de Filosofiapt_BR
dc.degree.grantorUniversidade Federal de Pernambucopt_BR
dc.degree.localRecifept_BR
dc.identifier.orcidhttps://orcid.org/0009-0004-7809-0680pt_BR
Aparece en las colecciones: (TCC) - Filosofia (Bacharelado)

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