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Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67845

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dc.contributor.advisorRAMALHO, Cristiano Wellington Noberto-
dc.contributor.authorAMORIM, Paulo Victor Lucena de-
dc.date.accessioned2026-01-23T15:00:26Z-
dc.date.available2026-01-23T15:00:26Z-
dc.date.issued2024-02-23-
dc.identifier.citationAMORIM, Paulo Victor Lucena de. Nos trilhos da informalidade: uma análise dos trabalhadores ambulantes no metrô do recife. 2024. Dissertação (Mestrado em Sociologia) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2024.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67845-
dc.description.abstractEssa dissertação tem como objetivo discutir e analisar a informalidade através das percepções e trajetórias laborais dos trabalhadores(as) ambulantes no metrô do Recife. E busca identificar a percepção do trabalho; os múltiplos caminhos e trajetórias de inserção na informalidade e as lutas e os desafios cotidianos da reprodução laboral. Para atingir os objetivos mencionados, o estudo parte do aporte teórico da sociologia do trabalho com viés marxista, retomando discussões como: o conceito da informalidade; a ampliação do desemprego e o processo de precarização e flexibilização do trabalho. Adota-se como aporte metodológico a pesquisa exploratória com um viés qualitativo, inspirado na análise de trajetórias, utilizando como técnica de coletas de dados a revisão bibliográfica, a observação simples e a entrevista semiestruturada. Para análise de dados, utiliza-se a análise de conteúdos, pré-definida em três tópicos-chave: percepção de trabalho, trajetória e reprodução laboral. A partir do debate teórico e da pesquisa empírica, foi possível identificar que a inserção da informalidade e as trajetórias do mercado de trabalho intercruzam em pontos comuns, como o perfil de vulnerabilidade social, baixa escolaridade e pouca especialização profissional, além da questão étnica, etária e de gênero. Assim, a análise demonstra que, à medida que o mercado de trabalho flexibiliza e precariza suas relações, o capitalismo promove novos processos de exclusão, os indivíduos passam a buscar novas alternativas, em vias informais, para sua sobrevivência, reforçando a urgência de políticas públicas que reconheçam e protejam esses trabalhadores.pt_BR
dc.description.sponsorshipFACEPEpt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Pernambucopt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/pt_BR
dc.subjectTrabalhopt_BR
dc.subjectInformalidadept_BR
dc.subjectTrabalhadores ambulantespt_BR
dc.subjectMetrô do Recifept_BR
dc.titleNos trilhos da informalidade: uma análise dos trabalhadores ambulantes no metrô do recifept_BR
dc.typemasterThesispt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/0031237266359362pt_BR
dc.publisher.initialsUFPEpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.degree.levelmestradopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/1887328149361171pt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pos Graduacao em Sociologiapt_BR
dc.description.abstractxEssa dissertação tem como objetivo discutir e analisar a informalidade através das percepções e trajetórias laborais dos trabalhadores(as) ambulantes no metrô do Recife. E busca identificar a percepção do trabalho; os múltiplos caminhos e trajetórias de inserção na informalidade e as lutas e os desafios cotidianos da reprodução laboral. Para atingir os objetivos mencionados, o estudo parte do aporte teórico da sociologia do trabalho com viés marxista, retomando discussões como: o conceito da informalidade; a ampliação do desemprego e o processo de precarização e flexibilização do trabalho. Adota-se como aporte metodológico a pesquisa exploratória com um viés qualitativo, inspirado na análise de trajetórias, utilizando como técnica de coletas de dados a revisão bibliográfica, a observação simples e a entrevista semiestruturada. Para análise de dados, utiliza-se a análise de conteúdos, pré-definida em três tópicos-chave: percepção de trabalho, trajetória e reprodução laboral. A partir do debate teórico e da pesquisa empírica, foi possível identificar que a inserção da informalidade e as trajetórias do mercado de trabalho intercruzam em pontos comuns, como o perfil de vulnerabilidade social, baixa escolaridade e pouca especialização profissional, além da questão étnica, etária e de gênero. Assim, a análise demonstra que, à medida que o mercado de trabalho flexibiliza e precariza suas relações, o capitalismo promove novos processos de exclusão, os indivíduos passam a buscar novas alternativas, em vias informais, para sua sobrevivência, reforçando a urgência de políticas públicas que reconheçam e protejam esses trabalhadores.pt_BR
dc.contributor.authorORCIDhttps://orcid.org/0000-0002-4105-0499pt_BR
dc.contributor.advisorORCIDhttps://orcid.org/0000-0002-1648-456Xpt_BR
Appears in Collections:Dissertações de Mestrado - Sociologia

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