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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.contributor.advisorPORDEUS, Ruy Batista-
dc.contributor.authorSILVA, Guilherme Antonio Ferreira da-
dc.date.accessioned2026-01-30T15:38:03Z-
dc.date.available2026-01-30T15:38:03Z-
dc.date.issued2025-12-16-
dc.date.submitted2026-01-30-
dc.identifier.citationSILVA, Guilherme Antônio Ferreira da. As faces do racismo ambiental: susceptibilidade e vulnerabilidade espacial na Zona Norte do Recife-PE. 2026. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Geografia) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/68009-
dc.description.abstractO presente trabalho tem como finalidade abordar as faces do racismo ambiental e da (in)justiça climática na Zona Norte do Recife. Realiza-se uma análise do processo de ocupação da cidade do Recife e, a partir disso, discute-se a origem das nuances do racismo ambiental e sua relação com a necropolítica, uma vez que ambos os conceitos atuam de forma interdependente. Inicialmente, busca-se conceituar os principais elementos do estudo, considerando a divisão entre terras ecúmenas e anecúmenas e a relação socioeconômica dos grupos que se fixaram em cada uma delas. A distinção entre áreas de morros e alagados evidencia diferenças fisiográficas e, ao mesmo tempo, revela as vivências da população em distintas situações de vulnerabilidade nos espaços suscetíveis em que residem, estando expostas a deslizamentos de encostas, enchentes e processos erosivos fluviais, ou mesmo à combinação desses eventos. Nesse sentido, os resultados apresentados dos bairros de Apipucos, Dois Irmãos, Guabiraba, Nova Descoberta, Vasco da Gama e das regiões do Beberibe, com o objetivo de ampliar a compreensão da realidade dos moradores e evidenciar como as mudanças climáticas afetam direta e indiretamente suas vidas. Destaca-se, ainda, a relação entre impactos ambientais, psicológicos e sociais, reforçando a compreensão de que o racismo ambiental expressa a ausência de justiça social e que as mudanças climáticas, sobretudo aquelas impulsionadas pela lógica do capital, produzem e reproduzem desigualdades e desordens no espaço urbano, intensificando a segregação socioespacial decorrente das relações econômicas.pt_BR
dc.format.extent85p.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/pt_BR
dc.subjectRacismo ambientalpt_BR
dc.subjectJustiça climáticapt_BR
dc.subjectZona Norte do Recifept_BR
dc.titleAs faces do racismo ambiental : susceptibilidade e vulnerabilidade espacial na Zona Norte do Recife-PEpt_BR
dc.typebachelorThesispt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/5231527435100288pt_BR
dc.degree.levelGraduacaopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/6127573784857828pt_BR
dc.description.abstractxThis study aims to address the facets of environmental racism and climate (in)justice in the Northern Zone of Recife. It analyzes the city’s occupation process and, based on this analysis, discusses the emergence of environmental racism and its relationship with necropolitics, since both concepts operate in an interconnected manner. Initially, the research seeks to conceptualize its main elements, considering the division between ecumene and anecumene lands and the socioeconomic relations of the groups that settled in each area. The distinction between hillside and floodplain areas highlights physiographic differences while also revealing the lived experiences of populations facing different situations of vulnerability in susceptible spaces, where they are exposed to landslides, floods, and fluvial erosion processes, or even the combined occurrence of these events. In this perspective, maps, figures, and photographs of the neighborhoods of Apipucos, Dois Irmãos, Guabiraba, Nova Descoberta, Vasco da Gama, and the Beberibe regions are presented in order to enhance the understanding of residents’ living conditions and to demonstrate how climate change directly and indirectly affects their lives. The study also emphasizes the relationship between environmental, psychological, and social impacts, reinforcing the understanding that environmental racism represents the absence of social justice and that climate change— especially when driven by capital—produces and reproduces inequalities and disorder in urban space, intensifying socio-spatial segregation arising from economic relations.pt_BR
dc.subject.cnpqÁreas::Ciências Humanas::Geografiapt_BR
dc.degree.departament::(CFCH-DCG) - Departamento de Ciências Geográficaspt_BR
dc.degree.graduation::CFCH-Curso de Geografia (Bacharelado)pt_BR
dc.degree.grantorUniversidade Federal de Pernambucopt_BR
dc.degree.localRecifept_BR
dc.identifier.orcid0009000437741918pt_BR
Aparece en las colecciones: (TCC) - Geografia (Bacharelado)

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