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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.contributor.advisorSIQUEIRA NINO, Maria do Carmo de-
dc.contributor.authorFARACHE, Ana Elyzabeth de Araujo-
dc.date.accessioned2016-08-09T13:54:00Z-
dc.date.available2016-08-09T13:54:00Z-
dc.date.issued2013-02-27-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/17648-
dc.description.abstractEsta tese se estrutura em torno do questionamento sobre o espaço reservado para a contemplação no contemporâneo através de um olhar amoroso. A impressão é a de que a contemplação como dimensão do olhar não teria mais lugar nos dias de hoje pela velocidade e diversidade imposta nas atividades cotidianas. São já corriqueiros os argumentos de que a modernidade ampliou a quantidade de tentações visuais ao mesmo tempo em que aumentou a velocidade de distribuição e de circulação das mesmas. Nesse sentido, uma posição que defenda a permanência de uma experiência visual que procura discernir a unidade naquilo que é fragmentado e múltiplo pareceria condenado, a priori, ao fracasso. No entanto, apesar dessas circunstâncias de superfície do contemporâneo, não são poucas as oportunidades em que se torna possível apreender posturas contemplativas capazes de impregnar parte da produção visual, em geral, e da fotográfica, em particular. Assim, a partir dessa reflexão surgiu a indagação: Que olhar é este que contempla? E mais: O que é contemplar? E como se dá essa contemplação no contemporâneo? Para refletir sobre essas questões, foi mantido o foco na relação que se estabelece entre o objeto e o observador, o contemplado e o contemplador, o visto e a visão. Uma visão na qual, segundo Plotino, “o objeto se converte no próprio ato de ver.”pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Pernambucopt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectComunicaçãopt_BR
dc.subjectFotografiapt_BR
dc.titleFotografia e Contemplação Amorosidade do olhar no contemporâneopt_BR
dc.typedoctoralThesispt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/9908551714372236pt_BR
dc.publisher.initialsUFPEpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.degree.leveldoutoradopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/1498590343496137pt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pos Graduacao em Comunicacaopt_BR
dc.description.abstractxThis thesis is structured around the questioning about the space reserved to contemplation in contemporary through a loving gaze. The impression is that contemplation, as a dimension of the gaze, would be out of place nowadays as a result of the speed and diversity imposed by the daily activities. Arguments that modernity expanded the amount of visual temptations while it increased the speed of distribution and circulation of the same are now commonplace. In this sense, a position that defends the permanence of a visual experience that seeks to discern the unity in what is fragmented and multiple seems, a priori, sentenced to failure. However, despite these circumstances, there are opportunities when it becomes possible to grasp contemplative stances capable to impregnate part of the visual production, in general, and photographic production, in particular. Therefore, the following question arose from this discussion: which gaze is this that contemplates? And: what is contemplating? And how this contemplation happens in the contemporary? To reflect about these issues, the focus was kept on the relationship established between the object and the observer, and contemplated the contemplator, the seen and the vision. A vision in which, according to Plotinus, "the object becomes the very act of seeing."pt_BR
Aparece en las colecciones: Teses de Doutorado - Comunicação

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Ana Elyzabeth de Araujo Farache_Tese de Doutorado_ Fotografia e contemplacão_2013.compressed.pdf4.32 MBAdobe PDFVista previa
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