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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.contributor.advisorTENÓRIO, Fábio-
dc.contributor.authorSOUZA NETO, Gaspar Rodrigues de-
dc.date.accessioned2019-10-03T18:52:42Z-
dc.date.available2019-10-03T18:52:42Z-
dc.date.issued2019-03-21-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/34154-
dc.descriptionSOUZA NETO, Gaspar Rodrigues de, também é conhecido(a) em citações bibliográficas por: SOUZA, Gaspar de ; TENÓRIO, Fábio, também é conhecido(a) em citações bibliográficas por: CARVALHO, Fábio Tenório dept_BR
dc.description.abstractO fio condutor que guia esta pesquisa provém do seguinte questionamento: por que confiamos, senão em todos, pelo menos em muitos testemunhos? Na história da epistemologia, o testemunho como fonte de crenças verdadeiras foi relegado a um segundo plano ou desautorizado na conduta filosófica. Isso porque a tradição epistemológica é fortemente individualista. O aspecto social da aquisição de conhecimento, portanto, não era parte do problema do conhecimento. Mas não é difícil demonstrar nossa dependência epistêmica de outros para aquisição de crenças verdadeiras. Desde nosso nascimento até à maturidade, ainda que aprendamos a usar as faculdades cognitivas e perceptivas, ainda assim, dependemos do testemunho de outros, seja testemunho oral ou escrito. Mas alguém pode estar justificado em aceitar crenças testemunhais nestas condições, pelo que os outros nos falam? O objetivo desta pesquisa é responder a estas questões. No intuito de investigar essas questões, procurou-se mostrar como as crenças testemunhais são formadas. No século XVIII, o filósofo Thomas Reid propôs dois princípios: o princípio da credulidade e o princípio da veracidade. A premissa fundamental é que as crenças testemunhais são formadas pela função da linguagem. Assim, a hipótese desta pesquisa é que há elementos para que a linguagem propicie às crenças testemunhais justificação prima facie (ou aval, como será explicado durante a pesquisa) suficiente para constituir conhecimento. Para tanto, foi necessário discutir a relação existente entre linguagem e testemunho, o que procurou-se fazer através da analogia entre percepção e linguagem em Thomas Reid. Ao mesmo tempo, foi apresentada uma proposta de condições de linguagem que complemente e/ou reforce os princípios reideanos com base na noção de função apropriada (proper function) da epistemologia de Alvin Plantinga. A composição da pesquisa segue o método analítico, onde são avaliados argumentos e oferecidas soluções para alcançar os resultados pretendidos.pt_BR
dc.description.sponsorshipCAPESpt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Pernambucopt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectFilosofiapt_BR
dc.subjectLinguagempt_BR
dc.subjectSenso comumpt_BR
dc.subjectTeoria do conhecimentopt_BR
dc.subjectVeracidade e falsidadept_BR
dc.subjectCredulidadept_BR
dc.titleFalar e confiar : a linguagem como meio de justificação das crenças por testemunhopt_BR
dc.typemasterThesispt_BR
dc.contributor.advisor-coUCHÔA, Bruno Henrique-
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/3680882481338565pt_BR
dc.publisher.initialsUFPEpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.degree.levelmestradopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/6690491286155659pt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pos Graduacao em Filosofiapt_BR
dc.description.abstractxThe thread behind this research comes from the following question: why do we trust many testimonies, if not all? In the history of epistemology, testimony as the source of true beliefs has been relegated or disavowed in philosophical conduct. This is because the epistemological tradition is strongly individualistic. The social aspect of knowledge acquisition, therefore, was not part of the knowledge problem. But it is not difficult to demonstrate our epistemic dependence on others in order to acquire true beliefs. From birth to maturity, even though we learn how to use cognitive and perceptive faculties, we still depend on the testimony of others, whether oral or written. But can anyone be justified in accepting testimonial beliefs under these conditions, through what others tell us? The purpose of this thesis is to answer these questions. In order to investigate these questions, we sought to show how testimonial beliefs are formed. In the eighteenth century, the philosopher Thomas Reid proposed two principles: the principle of credulity and the principle of veracity. The fundamental premise is that testimonial beliefs are shaped by the function of language. Thus, the hypothesis of this research is that there are elements for language to provide to testimonial beliefs prima facie justification (or warrant, as will be explained during the research) enough to constitute knowledge. In order to do so, it was necessary to discuss the relationship between language and testimony, which was sought through the analogy between perception and language in Thomas Reid. At the same time, a proposal was presented for language conditions that would complement and/or reinforce Reidean principles based on the notion proper function of Alvin Plantinga's epistemology. The research follows the analytical method, where arguments are evaluated and solutions are offered to achieve the desired results.pt_BR
Aparece en las colecciones: Dissertações de Mestrado - Filosofia

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DISSERTAÇÃO Gaspar Rodrigues de Souza Neto.pdf1.26 MBAdobe PDFVista previa
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