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Por favor, use este identificador para citar o enlazar este ítem: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/38114

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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.contributor.advisorMELO, Cristina Teixeira Vieira de-
dc.contributor.authorFERRAZ, Andrea de Arruda-
dc.date.accessioned2020-09-28T17:08:15Z-
dc.date.available2020-09-28T17:08:15Z-
dc.date.issued2020-02-20-
dc.identifier.citationFERRAZ, Andrea de Arruda. "Agora": quando a imagem se faz gesto. 2020. Dissertação (Mestrado em Comunicação) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2020.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/38114-
dc.description.abstractNa eleição presidencial de 2018, experimentamos uma enxurrada de imagens produzidas, inventadas e espalhadas pela mídia e pelas redes sociais, dando-nos a ver uma crise que se anuncia há tempos: a da imagem. Se algum dia a imagem se constituiu como verdade, hoje, seu estatuto precisa ser repensado. Do que uma imagem é capaz? Qual o gesto possível de uma imagem? Essas inquietações fizeram nascer o filme “AGORA”, por mim dirigido, e sobre o qual essa dissertação traça uma cartografia. “AGORA” surge da necessidade de registrar corpos que não só se opõem ao projeto vencedor nas urnas, mas, sobretudo, corpos que se lançam na experiência do tempo presente. No filme, 13 artistas performam o que sentem. A gestualidade do corpo é o foco e em determinado momento, há o comando para que eles “congelem” o movimento. Nessa dissertação, tomando por base o pensamento de Warburg (2015) sobre as imagens como janelas temporais, a ideia de Agamben (2018) do gesto como potência do corpo em devir, a proposição de Didi-Huberman (2017) de construir imagens como levantes, busco olhar para o cinema como gesto que se levanta. A imagem como gesto possível do presente. Imagem-gesto como conceito a ser construído ao qual eu dou o nome de “gestopia”.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Pernambucopt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectGestopt_BR
dc.subjectCorpopt_BR
dc.subjectImagempt_BR
dc.subjectGestopiapt_BR
dc.title"Agora" : quando a imagem se faz gestopt_BR
dc.typemasterThesispt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/7367242354682278pt_BR
dc.publisher.initialsUFPEpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.degree.levelmestradopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/6777463656092350pt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pos Graduacao em Comunicacaopt_BR
dc.description.abstractxIn the 2018 presidential elections, we experienced a great influx of images that were produced, created and spread by the news media and the social networks, unveilling a crisis that has been foreshadowed for long: that of image itself. If the image was deemed as truth once, today its status needs to be re-evaluated. What is an image capable of? What possible gesture could an image present? These concerns led to the birth of the film "AGORA", directed by the author, which serves as basis for the cartography this research aims to draw. "AGORA" sprouts from the need of recording bodies that not only oppose the winning agenda on the election cycle but, above all, bodies that cast themselves into the experience of a present time. On the film, 13 artists perform what they feel. Their bodies' gesturality is the focal point and, on a given moment, there is a command for them to "freeze" the movement. On this dissertation, making use of Warburg's (2015) notion of images as time windows, Agamben's (2018) idea of gesture as the potentiality of the becoming body and Didi-Huberman's (2017) proposition to the production of images as an insurgence, I aim to look at cinema as a gesture of insurrection. The image as a possible gesture of the present. Image-gesture as a concept to be created, one that I call "gestopia".pt_BR
Aparece en las colecciones: Dissertações de Mestrado - Comunicação

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