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Por favor, use este identificador para citar o enlazar este ítem: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/39104

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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.contributor.advisorARAÚJO, Oriana Maria Duarte de-
dc.contributor.authorLIMA, Juliana Freitas Ferreira-
dc.date.accessioned2021-01-22T16:00:25Z-
dc.date.available2021-01-22T16:00:25Z-
dc.date.issued2019-12-05-
dc.identifier.citationLIMA, Juliana Freitas Ferreira. Códigos em retomada – Grafismos Kapinawá: encontros e (r)existências no Vale do Catimbau. 2020. Dissertação (Mestrado em Design) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2019.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/39104-
dc.description.abstractA presente pesquisa relata uma imersão gráfica nos sítios rupestres do Vale do Catimbau (PE). Um mapeamento dos símbolos e assimilações subjetivas desperta ao observar a arte rupestre como o dispositivo ancestral, em interlocução com o indígena da região. O conjunto dos grafismos presente no entorno do Parque Nacional do Catimbau compreende diversas manifestações culturais, onde identificam-se símbolos a expressar rituais, artefatos cotidianos e sagrados, os seres da caatinga e as articulações comunitárias. O intuito é apresentar os símbolos gráficos relacionados às intersubjetividades e apropriações no simbolismo da comunidade. Na implicação do indígena contemporâneo e sua cultura, identifica-se apropriações e ressignificações na dinâmica de agenciamentos e práticas interculturais. A investigação parte do território indígena Kapinawá aliando-se a um grupo de sujeitos da etnia para o reconhecimento e produção atualizada, uma retomada aos códigos. Na compreensão do seu sistema simbólico, há de se considerar sua história de resistência e compreender o repertório cultural do indígena nordestino conectado ao processo de autoidentificação étnica. A partir do projeto cultural “Ocupação, Estamparia e Grafismos Kapinawá”, a proposição em design, junto ao povo Kapinawá, faz o levantamento dos grafismos rupestres e Kapinawá como um encontro de (r)existências, uma conexão com a ancestralidade, a memória e o território. A investigação ainda expõe singularidades e suas relações com o entorno e a cultura local, como é o encontro com Dona Lia e seus desenhos. Uma experiência estética sobre o modo de existir Kapinawá expresso em símbolos gráficos.pt_BR
dc.description.sponsorshipCAPESpt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Pernambucopt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectExperiência estéticapt_BR
dc.subjectAgenciamentospt_BR
dc.subjectSimbolismo Kapinawápt_BR
dc.titleCódigos em retomada – Grafismos Kapinawá: encontros e (r)existências no Vale do Catimbaupt_BR
dc.typemasterThesispt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/3442081794388393pt_BR
dc.publisher.initialsUFPEpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.degree.levelmestradopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/7982763946400047pt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pos Graduacao em Designpt_BR
dc.description.abstractxThe present research reports on an immersion in the graphisms at the archaeological site of the Catimbau Valley (PE). A mapping of symbols and subjective assimilations awakens in observing rock art as an ancestral device in the dialogue with the indigenous populations of the region. The set of graphics present in the surroundings areas of Catimbau National Park comprises several cultural manifestations, where symbols are identified to express rituals, daily and sacred artifacts, the Caatinga beings and the community articulations. The aim is to present the graphic symbols related to the intersubjectivities and appropriations in the symbolism of the community. In the implications of contemporary indigenous populations and their culture, we identify appropriations and resignifications in the dynamics of agency and intercultural practices. The investigation starts from the Kapinawá indigenous territory, allied with a group of Kapinawa for the recognition and updated production, a return to the codes. In understanding of its symbolic system, it must be considered their history of resistance as well as the cultural repertoire of the Northeastern indigenous populations connected to the process of ethnic selfidentification. From the cultural project “Occupation, Stamping and Kapinawá Graphics”, the design proposition, together with the Kapinawá people, make the surveying of rupestrian Kapinawá graphics a meeting of (r)existences, a connection with ancestry, memory and the territory. This research also exposes singularities and their relationships with the surroundings and local culture, such as is the meeting with Ms Lia and her drawings. An aesthetic experience about Kapinawá's mode of existence is expressed in graphic symbols.pt_BR
Aparece en las colecciones: Dissertações de Mestrado - Design

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