Skip navigation
Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/6053

Share on

Full metadata record
DC FieldValueLanguage
dc.contributor.advisorRaul de Assis Neto, Fernando pt_BR
dc.contributor.authorFrancisco De Arruda Júnior, Gersonpt_BR
dc.date.accessioned2014-06-12T18:01:33Z-
dc.date.available2014-06-12T18:01:33Z-
dc.date.issued2008-01-31pt_BR
dc.identifier.citationFrancisco De Arruda Júnior, Gerson; Raul de Assis Neto, Fernando. Solipsismo e realismo no Tractatus de Ludwig Wittgenstein: O Solipsismo, levado às ultimas conseqüências, coincide com o puro realismo . 2008. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-Graduação em Filosofia, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2008.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/6053-
dc.description.abstractEsta dissertação analisa a abordagem que Wittgenstein faz ao problema do solipsismo na obra Tractatus Logico-Philosophicus. Toda a investigação aqui envolvida tem como objetivo principal entender o aparente paradoxo expresso na frase inicial do aforismo tractatiano 5.64: "o solipsismo, levado às últimas conseqüências, coincide com o puro realismo". Para cumprir essa tarefa, apresenta-se, inicialmente, uma caracterização geral do Tractatus com vistas a situar o grupo de aforismos que compõem a seção do solipsismo na estrutura argumentativa dessa obra. Num segundo momento, trata-se dos limites da linguagem e do mundo e do que, para Wittgenstein, é a verdade do solipsismo. Nessa ocasião, a ênfase é dada à teoria pictórica da proposição e à doutrina da distinção entre o dizer e o mostrar, que está no cerne da análise wittgensteiniana da questão do solipsismo. Em seguida, examina-se a noção tractatiana de sujeito. Destacam-se aqui: (1) os argumentos utilizados por Wittgenstein para negar a existência de sujeitos empíricos capazes de fazer representações do mundo; e (2) a existência de um sujeito metafísico como limite do mundo e, portanto, como condição de possibilidade para que as proposições da linguagem adquiram seu sentido na projeção lingüística do mundo. Por fim, mostra-se como foi possível a Wittgenstein afirmar o aparente paradoxo que conduziu toda essa pesquisa. Ressalta-se que essa afirmação nada mais é do que uma conseqüência necessária de toda a proposta filosófica do Tractatuspt_BR
dc.description.sponsorshipConselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológicopt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Pernambucopt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectSujeitopt_BR
dc.subjectTractatuspt_BR
dc.subjectWittgensteinpt_BR
dc.subjectRealismopt_BR
dc.subjectSolipsismopt_BR
dc.titleSolipsismo e realismo no Tractatus de Ludwig Wittgenstein: O Solipsismo, levado às ultimas conseqüências, coincide com o puro realismo pt_BR
dc.typemasterThesispt_BR
Appears in Collections:Dissertações de Mestrado - Filosofia

Files in This Item:
File Description SizeFormat 
arquivo2246_1.pdf1.01 MBAdobe PDFThumbnail
View/Open


This item is protected by original copyright



This item is licensed under a Creative Commons License Creative Commons