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Por favor, use este identificador para citar o enlazar este ítem: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/6264

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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.contributor.advisorJader de Magalhães Melo, Fernando pt_BR
dc.contributor.authorRegina Ody Bernardes, Céliapt_BR
dc.date.accessioned2014-06-12T18:03:20Z-
dc.date.available2014-06-12T18:03:20Z-
dc.date.issued2005pt_BR
dc.identifier.citationRegina Ody Bernardes, Célia; Jader de Magalhães Melo, Fernando. Mors tua vita mea : elementos para uma reflexão sobre o problema do racismo de Estado a partir da crítica da razão governamental de Michel Foucault. 2005. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-Graduação em Filosofia, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2005.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/6264-
dc.description.abstractO racismo de Estado é estudado por Michel Foucault como um dos paradoxos do biopoder: o dispositivo que garante a função assassina do Estado em um regime de poder que se exerce sobre a vida. A genealogia do racismo se desenvolve enquanto fragmento da ontologia histórica do presente no contexto da crítica da razão governamental, atividade filosófica que se ocupa da análise dos tipos de racionalidade (histórica) que informam os mecanismos pelos quais o Estado dirige a conduta dos homens e, ao mesmo tempo, das possibilidades de sua superação. A questão é uma possível via de acesso a uma compreensão mais aguda do modo contemporâneo de exercício do poder, o que introduz, no domínio da vida, o corte entre o que deve viver e o que deve morrer, de acordo com o princípio segundo o qual a morte do outro implica o fortalecimento biológico de si próprio na medida em que se é membro de uma população, elemento de uma pluralidade unitária e viva. O problema das resistências frente aos totalitarismos é enfrentado a partir da introdução da noção de governamentalidade, através da qual Foucault incorpora a questão da constituição do sujeito autônomo à problemática das relações entre saber e poder, perspectiva a partir da qual o sujeito assujeitado da analítica do poder cede lugar ao sujeito agente da estética da existência. E é neste plano, das tecnologias de si, que tem lugar privilegiado o cuidado de si, praticado a partir de e em função do cuidado do outropt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Pernambucopt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectOntologia histórica do presentept_BR
dc.subjectCrítica da razão governamentalpt_BR
dc.subjectRacismo de Estadopt_BR
dc.subjectBiopoderpt_BR
dc.subjectGovernamentalidadept_BR
dc.subjectResistênciapt_BR
dc.subjectCuidado de sipt_BR
dc.subjectCuidado do outropt_BR
dc.titleMors tua vita mea : elementos para uma reflexão sobre o problema do racismo de Estado a partir da crítica da razão governamental de Michel Foucaultpt_BR
dc.typemasterThesispt_BR
Aparece en las colecciones: Dissertações de Mestrado - Filosofia

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