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https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/66739
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| Title: | Experiências adversas na infância e as implicações na saúde mental na idade adulta de minorias sexuais e de gênero: uma revisão integrativa |
| Authors: | ALCÂNTARA, Lucas Felipe de Melo |
| Keywords: | Estresse infantil; Trauma de infância; Pessoas LGBTQIA+; Não heterossexuais; Saúde mental |
| Issue Date: | 4-Oct-2024 |
| Citation: | ALCÂNTARA, Lucas Felipe de Melo. Experiências adversas na infância e as implicações na saúde mental na idade adulta de minorias sexuais e de gênero: uma revisão integrativa. 2025. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Enfermagem) - Universidade Federal de Pernambuco, Vitória de Santo Antão, 2024. |
| Abstract: | O adoecimento mental ocorre a partir de distúrbios e desequilíbrios que afetam o sistema nervoso comprometendo a forma de pensar, agir e reagir a estímulos sociais ou sensoriais. A neurociência tem se debruçado para compreender as etiologias acerca destas ppatologias e muito tem se falado nas experiências adversas na infância (ACEs), que causam variados níveis de estresse em crianças, considerada fase sensível do desenvolvimento, podendo gerar consequências ao longo da vida deste indivíduo. Isso pode repercutir na meneira em que ele ver o mundo e mudar sua percepção acerca de fatores estressantes, favorecendo o seu adoecimento mental. Assim, o objetivo deste trabalho é compreender em como as ACEs impactam na saúde mental de indivíduos pertencentes a grupos de minorias sexuais e de gênero (MSG). Este estudo é uma revisão de literatura do tipo integrativa, realizada no período de julho a setembro de 2024. Foram utilizadas como palavras-chave “Adverse Childhood Experiences”, “Sexual and Gender Minorities” e “Mental Health”, definidas através do DECs. Foram utilizados o Science direct, BVS e PubMed para acessar aos artigos publicados nos últimos 5 anos (2018 a 2024). Ao fim das buscas, foram selecionados 20 estudos, sendo 15 deles publicados nos Estados Unidos, 2 na Espanha, e 1 na Barcelona, 1 em Pequim e 1 na Austrália. Viu-se indivíduos SGM estão mais expostos a vivenciarem ACEs, em comparação aos não pertencentes a estas minorias. E isso está diretamente relacionado com a pior qualidade da saúde mentam, baixa resiliência, maiores probabilidades de problemas com álcool e outras drogas e maiores taxas de sintomas ansiosos e depressivos. Conclui-se, dessa forma, que os ACEs são fatores importantes na determinação e no agravo da saúde mental de indivíduos SGM. |
| URI: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/66739 |
| Appears in Collections: | (CAV) TCC - Enfermagem |
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