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Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/66920

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Title: Inteligência artificial no design de produtos digitais: uma análise exploratória de ferramentas voltadas à criatividade e à prototipação
Authors: SILVA, Jullian Cristini Araújo
Keywords: Inteligência Artificial; UX design; Prototipação
Issue Date: 6-Oct-2025
Publisher: Universidade Federal de Pernambuco
Citation: SILVA, Jullian Cristini Araújo. Inteligência artificial no design de produtos digitais: uma análise exploratória de ferramentas voltadas à criatividade e à prototipação. 2025. Dissertação (Mestrado em Design) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2025.
Abstract: Esta dissertação investiga como profissionais de UX/UI Design incorporam ferramentas de Inteligência Artificial (IA) em seus processos criativos e quais impactos percebem sobre criatividade, eficiência e identidade profissional. A IA evoluiu de ferramenta técnica para agente generativos ativos. Sistemas como ChatGPT, Figma AI, Midjourney e Adobe Firefly permitem gerar protótipos, sugerir variações visuais e apoiar decisões criativas. Essa integração traz benefícios de produtividade, mas também dilemas éticos, questões de autoria e riscos de homogeneização estética. A pesquisa adotou abordagem exploratória com métodos mistos. Foi aplicado questionário estruturado a 60 profissionais de UX/UI Design no Brasil (janeiro-março/2025), abordando perfil, frequência de uso, ferramentas utilizadas e percepções. Os dados quantitativos receberam tratamento estatístico descritivo, enquanto as respostas abertas passaram por análise de conteúdo segundo Bardin. Também foi desenvolvida ficha técnica das ferramentas citadas. O ChatGPT domina o uso (59 menções), seguido por Figma AI (34), Midjourney/DALL·E (16) e Adobe Firefly (10). A maioria declarou-se iniciante ou intermediária, mas utiliza IA frequentemente, principalmente em documentação, ideação, pesquisa e prototipagem. Três categorias emergiram: transformações na criatividade (ampliação de repertórios, mas risco de repetição); processos de automação (ganho de tempo versus dependência); e reconfigurações da identidade profissional (designer como curador). Surgiram preocupações sobre viés algorítmico, transparência, privacidade e autoria. A IA apoia e acelera, mas a decisão final permanece humana. Essa transição exige competências híbridas combinando técnica, pensamento crítico e ética. A principal contribuição está em evidenciar que a adoção da IA reorganiza práticas, valores e identidades profissionais. A pesquisa oferece recomendações para formação, mercado e governança, defendendo que designers atuem como copilotos críticos integrando inovação com responsabilidade.
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/66920
Appears in Collections:Dissertações de Mestrado - Design

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