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Título: Mapeamento participativo como ferramenta de inclusão social e melhoria urbana na redução dos riscos e desastres : estudo de caso dos bairros de Jardim Brasil V e Aguazinha - Olinda (PE)
Autor(es): FREITAS, Mariana Regina Oliveira de
Palavras-chave: Gestão de risco; Prevenção de desastres; Plano Municipal de Redução de Risco; Vulnerabilidade social
Data do documento: 24-Fev-2025
Citação: FREITAS, Mariana Regina Oliveira de. Mapeamento participativo como ferramenta de inclusão social e melhoria urbana na redução dos riscos e desastres : estudo de caso dos bairros de Jardim Brasil V e Aguazinha - Olinda (PE). 2025. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Geografia) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2025.
Abstract: O Brasil, de maneira geral, possui uma longa história de vulnerabilidade social. Com isso em mente, entendemos que existe uma relação excludente, na qual muitas moradias se organizaram de acordo com a segregação social, com algumas delas estando mais expostas a riscos e desastres. A mudança desse cenário exige uma ampla participação social, com destaque para as populações mais vulneráveis. Este trabalho constitui um recorte de uma das etapas do Plano Municipal de Redução de Riscos e Desastres (PMRR), desenvolvido pelo Ministério das Cidades, em parceria com a Universidade Federal de Pernambuco, com o objetivo de realizar um mapeamento participativo pelas próprias comunidades, a fim de planejar ações voltadas para aquelas áreas afetadas por inundações e deslizamentos de encostas. Os bairros selecionados foram Jardim Brasil V e Aguazinha, localizados na cidade de Olinda – PE. O mapeamento participativo foi conduzido por uma equipe composta por um moderador, um mediador, um relator e um fotógrafo. O processo foi dividido em três momentos: identificação dos problemas, levantamento dos aspectos positivos da comunidade e exposição dos desejos dos moradores. Constatou-se, de maneira geral, a presença de problemas relacionados à infraestrutura, como a falta de saneamento básico, deslizamentos, inundações, ruas sem pavimentação, entre outros. Poucos aspectos positivos foram identificados, enquanto diversos desejos dos moradores foram apontados. Esse tipo de envolvimento é essencial para o planejamento e a redução de riscos, pois permite que a comunidade se antecipe e identifique possíveis problemas em seu bairro, ampliando a possibilidade de contestação e cobrança aos órgãos públicos. Além disso, proporciona voz à população, demonstrando autonomia e compreensão de seus direitos. Assim, a participação comunitária promove uma interação dinâmica entre os membros da comunidade e a gestão pública, criando um ambiente mais colaborativo e democrático. Dessa forma, a realização do mapeamento participativo não apenas identifica as problemáticas, mas também interfere na dinâmica local, incorporando preferências e características próprias, contribuindo para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária.
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67092
Aparece nas coleções:(TCC) - Geografia (Licenciatura)

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