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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67129

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Título: Interação social e sintomas depressivos em pessoas idosas em áreas cobertas pela Estratégia de Saúde da Família no contexto da Pandemia de COVID-19
Autor(es): Brander, Wanny Byatriz da Silva
Palavras-chave: Interação social; Fonoaudiologia; Depressão; Idoso; Atenção Primária à Saúde
Data do documento: 8-Mar-2024
Citação: BRANDER, Wanny. Interação social e sintomas depressivos em pessoas idosas em áreas cobertas pela Estratégia de Saúde da Família no contexto da Pandemia de COVID-19 . 2025. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Fonoaudiologia) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2024.)
Abstract: Objetivo: Analisar a associação entre Interação Social e Sintomas Depressivos em Pessoas Idosas residentes em Áreas Cobertas pela Estratégia de Saúde da Família. Métodos: Foi desenvolvido um estudo seccional com 454 pessoas idosas (60 anos ou mais) de áreas cobertas pela Estratégia de Saúde da Família do Distrito Sanitário IV do Recife. A coleta de dados foi realizada através de questionário com dados pessoais, características sociais, demográficas, funcionais, comunicativas e referentes à participação social da pessoa idosa. A análise de dados foi desenvolvida por meio de distribuição de frequência absoluta e relativa e uso do teste Qui-quadrado e modelos simples e múltiplos de regressão de Poisson, cujo efeito foi expresso pela Razão de Prevalência e respectivos Intervalos de Confiança de 95%. Resultados: A prevalência de sintomas depressivos junto às pessoas idosas participantes foi de 27,3%. Quanto à interação social diária, a interação com membros da família apresentou melhores percentuais quando comparada à interação com amigos. A associação entre interação social e sintomas depressivos demonstrou menor prevalência de sintomas depressivos (RP= 0,69) entre os que interagem com cinco ou mais membros da família diariamente quando comparados com a interação com zero a quatro membros. Já a interação social com amigos demonstrou maior razão de prevalência de sintomas depressivos (RP=0,47) entre a interação com cinco amigos ou mais diariamente em relação à interação com zero a quatro amigos. Conclusão: Foi identificada associação significativa entre a baixa interação social e a presença de sintomas depressivos junto às pessoas idosas participantes. A ausência de interação social com amigos demonstrou maior associação com sintomas depressivos do que a interação social com familiares.
Descrição: 10
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67129
Aparece nas coleções:(TCC) - Fonoaudiologia

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