Skip navigation
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67148

Compartilhe esta página

Título: Efeito da gestação e amamentação em mães esquistossomóticas nos camundongos descendentes portadores de ascite de ehrlich: avaliação das células supressoras derivadas de mieloides e metabolismo lipídico dos macrófagos
Autor(es): SILVA, Marisa Kele da
Palavras-chave: Esquistossomose; Amamentação; Gestação; Carcinoma de ehrlich; Ascite
Data do documento: 31-Out-2025
Editor: Universidade Federal de Pernambuco
Citação: SILVA, Marisa Kele da. Efeito da gestação e amamentação em mães esquistossomóticas nos camundongos descendentes portadores de ascite de ehrlich: avaliação das células supressoras derivadas de mieloides e metabolismo lipídico dos macrófagos. 2025. Dissertação (Mestrado em Medicina Tropical) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2025.
Abstract: Estudos mostraram que a gestação e amamentação em mães esquistossomóticas podem alterar a resposta imune da prole na vida adulta. No microambiente tumoral, macrófagos M1 têm perfil antitumoral, enquanto os M2 e as células supressoras derivadas de mieloides (MDSCs) favorecem a imunossupressão e a progressão do câncer. Assim, este estudo avaliou se a infecção materna por Schistosoma mansoni altera a frequência das populações de MDSCs, M1 e M2 bem como o metabolismo lipídico destes últimos. Para isto, camundongos (Swiss webster) fêmeas foram infectadas com 20 cercárias e acasaladas no 60º dia de infecção. Após o nascimento, parte dos filhotes tiveram suas mães trocadas, formando os grupos experimentais: AI (amamentados por mães infectadas), MI (nascidos de mães infectadas), outra parte foi amamentada em suas próprias mães infectadas e não infectadas, MIAI e CONTROLE, respectivamente. Quando adultos, foi implantado no peritônio, células do Carcinoma de Ehrlich. Após 10 dias (70 dias de vida) os animais foram pesados e o líquido ascítico coletado e avaliado quanto à presença de células MDSCs (CD11b+ Ly6G Ly6C+), M1 (CD16/CD32+/NOS-2+), M2 (CD206+), e perfil lipídico com as sondas Bodipy 493/503 e Bodipy C16. Houve menor ganho de peso nos descendentes previamente amamentados (AI) quando comparado ao Controle. Comparado ao grupo CONTROLE, não houve diferença significativa na frequência das MDSCs nos grupos experimentais. Os grupos AI, MI e MIAI apresentaram menor frequência de M1 Bodipy 493/503+, enquanto o grupo AI apresentou menor frequência de M2 e o MIAI apresentou maior frequência de M2 Bodipy 493/503+ comparado ao Controle. Então, no tumor, a gestação e amamentação em mães esquistossomóticas resultou em menor presença de macrófagos M1 lipídicos, porém a amamentação levou também à redução da frequência de macrófagos M2 que pode favorecer o menor peso corpóreo. Por outro lado, a associação da gestação e de amamentação revelou que a diminuição de M2 não se manteve e promoveu maior acúmulo lipídico nesta célula, indicando um perfil imunossupressor e potencialmente favorável à progressão tumoral.
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67148
Aparece nas coleções:Dissertações de Mestrado - Medicina Tropical

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
DISSERTAÇÃO Marisa Kele da Silva.pdf1.05 MBAdobe PDFThumbnail
Visualizar/Abrir


Este arquivo é protegido por direitos autorais



Este item está licenciada sob uma Licença Creative Commons Creative Commons