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Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67302

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dc.contributor.advisorARAGÃO, Raquel da Silva-
dc.contributor.authorOLIVEIRA, Débora Kathuly da Silva-
dc.date.accessioned2025-12-19T13:39:02Z-
dc.date.available2025-12-19T13:39:02Z-
dc.date.issued2025-02-25-
dc.identifier.citationOLIVEIRA, Débora Kathuly da Silva. Associação da dieta ocidentalizada e do treinamento resistido materno: repercussões sobre o metabolismo materno e o estresse oxidativo, as vias da serotonina e da quinurenina no encéfalo fetal de ratos. 2025. Dissertação (Mestrado em Nutrição, Atividade Física e Plasticidade Fenotípica) - Universidade Federal de Pernambuco, Vitória de Santo Antão, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67302-
dc.description.abstractObjetivo:Avaliar as repercussões de diferentes protocolos de treinamento resistido durante a gestação em ratas que consomem dieta ocidentalizada sobre parâmetros do desempenho materno, morfologia placentária e neurodesenvolvimento fetal. Métodos: Foram utilizadas 54 ratas Wistar, entre 60/70 dias de vida, divididas nos grupos Dieta Controle – Não Treinado (DC-NT=11), Dieta Ocidentalizada – Não Treinado (DO-NT=10), Dieta Controle –Treinado Constante (DC-TC=10), Dieta Ocidentalizada – Treinado Constante (DO-TC=11), Dieta Controle –Treinado Decrescente (DC-TD=6), Dieta Ocidentalizada – Treinado Decrescente (DO-TD=6). As ratas dos grupos TC e TD realizaram treinamento em escada, 5 dias por semana, durante 3 semanas no período pré-gestacional com sobrecarga de 80% da capacidade máxima (CM). No período gestacional, o grupo TC realizou 3 semanas de treinamento com sobrecarga de 80% da CM. O grupo TD realizou a primeira e segunda semanas a 80% da CM e a terceira semana a 50% da CM durante a gestação. Os grupos NT não foram submetidos a testes ou treinamento. Foram avaliados os dados maternos de peso corporal, consumo alimentar, conversão alimentar, eficiência energética, % de gordura e bioquímica, nos fetos foram avaliados, murinometria, dados peso e eficiência placentária, estresse oxidativo e PCR de encéfalos. O sacrifício ocorreu no 20° dia de gestação. Resultados: Os principais resultados encontrados mostram que no que se refere a porcentagem de ganho de peso, o treinamento pareceu prevenir o ganho de peso nos grupos treinados em comparação aos grupos NT (p<0,01). No que se refere ao consumo os grupos DC apresentaram maiores ingestas que que os seus respectivos grupos DO em ambos os períodos de treinamento, no entanto, a conversão alimentar e eficiência energética foram maiores em grupos com dieta ocidentalizada. Os parâmetros placentários e do crescimento somático da prole estiveram mais alterados nos grupos DO-TD. Nas análises do encéfalo fetal, a capacidade antioxidante total (FRAP) foi maior no grupo DO-TC em comparação ao DO-NT. As análises de PCR demonstram que a expressão gênica responde a insultos de maneira diferente entre os sexos. Conclusão: O treinamento resistido mostrou reduzir os efeitos adversos de uma dieta ocidentalizada, nas mães, controlando o ganho de peso materno. Nos fetos, houve alterações morfológicas e na capacidade antioxidante, mas sem mudanças aparentes a longo prazo na prole. As análises moleculares indicaram respostas diferentes entre machos e fêmeas, sugerindo maior susceptibilidade dos machos a insultos maternos, embora os resultados tenham sido heterogêneos. Estudos futuros buscarão compreender melhor esses efeitos, incluindo análises comportamentais e moleculares em outros órgãos fetais.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Pernambucopt_BR
dc.rightsembargoedAccesspt_BR
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/pt_BR
dc.subjectDieta ocidentalizadapt_BR
dc.subjectGestaçãopt_BR
dc.subjectTreinamento resistidopt_BR
dc.titleAssociação da dieta ocidentalizada e do treinamento resistido materno: repercussões sobre o metabolismo materno e o estresse oxidativo, as vias da serotonina e da quinurenina no encéfalo fetal de ratospt_BR
dc.typemasterThesispt_BR
dc.contributor.advisor-coSANTOS, José Antônio-
dc.contributor.advisor-coOLIVEIRA, Thaynan Raquel dos Prazeres-
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/6678281373152214pt_BR
dc.publisher.initialsUFPEpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.degree.levelmestradopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/5273864023412641pt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pos Graduacao em Nutricao, Atividade Fisica e Plasticidade Fenotipicapt_BR
dc.description.abstractxObjective: To evaluate the effects of different resistance training protocols during pregnancy in rats consuming a Western diet on maternal performance parameters, placental morphology, and fetal neurodevelopment. Methods: A total of 54 Wistar rats, aged 60–70 days, were divided into six groups: Control Diet – Non-Trained (CD NT=11), Western Diet – Non-Trained (WD-NT=10), Control Diet – Constant Training (CD-CT=10), Western Diet – Constant Training (WD-CT=11), Control Diet – Decreasing Training (CD-DT=6), and Western Diet – Decreasing Training (WD DT=6). Rats in the CT and DT groups underwent ladder training five days per week for three weeks during the pre-gestational period with a load of 80% of maximal capacity (MC). During pregnancy, the CT group continued training for three weeks at 80% MC, while the DT group trained at 80% MC for the first two weeks and at 50% MC during the third week. Non-Trained (NT) groups did not undergo tests or training. Maternal parameters assessed included body weight, food intake, feed conversion, energy efficiency, fat percentage, and biochemical data. Fetal parameters included murinometry, weight, placental efficiency, oxidative stress, and PCR analysis of brain tissue. Sacrifices occurred on the 20th day of pregnancy. Results: Training appeared to prevent excessive maternal weight gain in the trained groups compared to the NT groups (p<0.01). Control Diet groups (CD) showed higher food intake than their respective WD groups in both training periods, but feed conversion and energy efficiency were higher in the Western Diet groups. Placental parameters and somatic growth of offspring were more altered in the WD-DT group. Fetal brain analyses showed higher total antioxidant capacity (FRAP) in the WD-CT group compared to the WD-NT group. PCR analyses revealed sex-dependent differences in gene expression responses to insults. Conclusion: Resistance training reduced the adverse effects of a Western diet in mothers, controlling maternal weight gain. In fetuses, morphological and antioxidant changes were observed without apparent long-term effects on offspring. Molecular analyses suggested males may be more susceptible to maternal insults, although results were heterogeneous. Future studies will aim to better understand these effects, including behavioral and molecular analyses in other fetal organs.pt_BR
dc.contributor.advisor-coLatteshttp://lattes.cnpq.br/7098800393637357pt_BR
dc.contributor.advisor-coLatteshttp://lattes.cnpq.br/7872197855872314pt_BR
Appears in Collections:Dissertações de Mestrado - Nutrição, Atividade Física e Plasticidade Fenotípica

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