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Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67464

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Title: IMPACTO DA ADIPOSIDADE CENTRAL E DO ÍNDICE DE MASSA CORPORAL NA MOBILIDADE DIAFRAGMÁTICA E PRESSÕES RESPIRATÓRIAS EM INDIVÍDUOS COM APNEIA OBSTRUTIVA DO SONO (AOS)
Authors: Campos, Agnes Swamy de Oliveira
Keywords: Apneia Obstrutiva do sono; Diafragma; Ultrassom; Força muscular respiratória; Gravidade da doença
Issue Date: 18-Dec-2025
Citation: NBR:6023
Abstract: Introdução: A Apneia Obstrutiva do Sono (AOS) é um distúrbio respiratório caracterizado pela redução da atividade dos músculos dilatadores da faringe durante o sono, resultando em um aumento da resistência das vias aéreas superiores e episódios recorrentes de apneia e hipopneia. Objetivo: Avaliar a relação entre adiposidade central, índice de massa corporal (IMC), mobilidade e espessura diafragmática, além das pressões respiratórias máximas, em indivíduos com diferentes graus de gravidade da Apneia Obstrutiva do Sono (AOS). Metodologia: Foram avaliados 20 indivíduos com AOS, divididos em três grupos: leve (n=6), moderado (n=12) e grave (n=2). A mobilidade e espessura diafragmática foram avaliadas por ultrassom, e a força muscular respiratória foi analisada por manovacuômetro digital. Resultados: A média de idade da amostra foi de 44,35±12,10 anos. Observou-se que a circunferência abdominal aumentou conforme a gravidade da AOS. A mobilidade diafragmática apresentou correlação negativa com o IMC (ρ = -0,485; p=0,035), enquanto a espessura diafragmática mostrou correlação negativa com o sexo (ρ = -0,540; p=0,014). As pressões respiratórias máximas se mantiveram dentro dos valores previstos, mas a PImáx apresentou correlação negativa com a idade e o sexo. Conclusão: Os resultados sugerem que a circunferência abdominal foi o principal parâmetro associado à gravidade da AOS, evidenciando o impacto da adiposidade central sobre o agravamento da doença. Além disso, o IMC esteve relacionado com a redução da mobilidade diafragmática. Embora as pressões respiratórias máximas permanecessem dentro dos valores esperados, a idade e o sexo demonstraram influência negativa sobre a força inspiratória.
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67464
Appears in Collections:(TCC) - Fisioterapia

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