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Título : Lideranças indígenas e Ditadura Militar: Histórias de resistências invisibilizadas e protagonistas silenciados (1969-1985)
Autor : BARBOSA, Rodrigo Lins
Palabras clave : Lideranças indígenas; Resistência; Ditadura Militar; Crimes e violência
Fecha de publicación : 28-ago-2025
Editorial : Universidade Federal de Pernambuco
Citación : BARBOSA, Rodrigo Lins. Lideranças indígenas e Ditadura Militar: histórias de resistências invisibilizadas e protagonistas silenciados (1969-1985). 2025. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2025.
Resumen : A tese “Lideranças indígenas e ditadura militar: histórias de resistências invisibilizadas e protagonistas silenciados (1969-1985)” visa enfatizar a importância da perspectiva indígena na historiografia, demonstrando a atuação de alguns líderes nos anos de 1970 e 1980, principalmente no processo de resistência e de luta de grupos indígenas mais afetados pela política da ditadura. Com o estudo, procuramos reverter algumas concepções, como a antiga concepção de que os indígenas estão sempre morrendo ou desaparecendo, para enfatizar e demonstrar como esses indígenas conseguiram sobreviver diante de tantas adversidades e como criaram estratégias para as suas lutas e formas de resistência. Também mapeamos casos de corrupção e de violência contra indígenas durante as administrações do SPI e da Funai. No referencial teórico-metodológico, utilizamos a abordagem decolonial, trabalhando com alguns autores, como Walter Mignolo e Aníbal Quijano. Ainda utilizamos os trabalhos das sociólogas indígenas Linda Smith, da Nova Zelândia, e Silvia Rivera Cusicanqui, da Bolívia. Na pesquisa, demonstramos por que a história indígena na ditadura continua silenciada por processos de apagamentos, inclusive na historiografia. Para isso, trabalhamos as histórias de algumas lideranças indígenas mais conhecidas, como Mário Juruna, Nailton Pataxó, Álvaro Tukano, Marcos Terena e outras menos conhecidas formadas por homens e mulheres indígenas, para exemplificar as diferentes atuações que aconteceram nas áreas rurais e urbanas. Nosso recorte cronológico abarca o período entre 1969 e 1985, marcado por uma política “expansionista” e “desenvolvimentista” nos governos da ditadura, com objetivos de exploração dos recursos naturais da Amazônia brasileira e, ainda, provocando invasões nos territórios ocupados pelos indígenas. Sobre o acervo documental, analisamos documentos oficiais do governo da ditadura, como as Comissões de Inquérito (1967-1968) que deram origem ao Relatório Figueiredo, a Comissão Parlamentar de Inquérito de 1968, alguns documentos considerados confidenciais da Assessoria de Segurança e Informação da Fundação Nacional do Índio (ASI/FUNAI), do Serviço Nacional de Informação (SNI) e do Departamento de Ordem Política e Social (DOPS). Também utilizamos jornais de vários estados, incluindo jornais considerados mais alternativos, como Movimento e Porantim, além de imagens, documentários, mapas, decretos de leis, resoluções e uma bibliografia de referência. Ainda, analisamos entrevistas e depoimentos de líderes indígenas, relatórios das Comissões Estaduais da Verdade, como também o Relatório Final da Comissão Nacional da Verdade e os cadernos da Comissão Pró-Índio e do Centro Ecumênico de Documentação e Informação (CEDI), entre outros documentos.
URI : https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67527
Aparece en las colecciones: Teses de Doutorado - História

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