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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.contributor.advisorGALINDO, Antonella Bruna Machado Torres-
dc.contributor.authorBRANCO, Carolina Gomes Pugliesi-
dc.date.accessioned2026-01-16T17:03:41Z-
dc.date.available2026-01-16T17:03:41Z-
dc.date.issued2025-12-15-
dc.date.submitted2026-01-15-
dc.identifier.citationBRANCO, Carolina Gomes Pugliesi. Limitações do habeas data e da LGPD no uso de Inteligência Artificial pelo Estado brasileiro. 2026. Trabalho de Conclusão de Curso (Direito) – Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67692-
dc.description.abstractA incorporação de sistemas de inteligência artificial pela administração pública brasileira tem intensificado formas de tratamento de dados baseadas em inferências opacas que dificultam transparência e contestação. Este trabalho investiga se o habeas data e a Lei Geral de Proteção de Dados asseguram, de modo efetivo, os direitos de acesso, revisão e controle informacional, especialmente no que se refere à autodeterminação informativa, quando decisões estatais passam a ser mediadas por IA. A análise normativa, articulada a três estudos de caso, demonstra que o ordenamento jurídico já contém princípios e garantias suficientes em tese para disciplinar o uso de tecnologias inferenciais. Contudo, a opacidade algorítmica, a ausência de documentação técnica, a dependência tecnológica e a colonialidade informacional impedem que tais instrumentos produzam efeitos práticos. O cidadão conhece os dados brutos que o representam, mas não as inferências que moldam decisões administrativas, jurisdicionais e de segurança pública. Nesse cenário, o constitucionalismo digital emerge como chave hermenêutica que exige ampliar a publicidade, a motivação e o devido processo para abranger também as operações analíticas que produzem efeitos jurídicos. Conclui-se que a efetividade da proteção constitucional de dados depende menos de novos dispositivos normativos e mais de condições institucionais e epistêmicas capazes de tornar inteligíveis as decisões automatizadas e de preservar, na prática, a autodeterminação informativa.pt_BR
dc.format.extent67 p.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/pt_BR
dc.subjectInteligência Artificialpt_BR
dc.subjectHabeas datapt_BR
dc.subjectLGPDpt_BR
dc.subjectConstitucionalismo digitalpt_BR
dc.subjectOpacidade algorítmicapt_BR
dc.titleLimitações do habeas data e da LGPD no uso de Inteligência Artificial pelo Estado brasileiropt_BR
dc.typebachelorThesispt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/7824444318599084pt_BR
dc.degree.levelGraduacaopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/6198200740504523pt_BR
dc.description.abstractxThe incorporation of artificial intelligence systems by the Brazilian public administration has intensified forms of data processing based on opaque inferences that hinder transparency and contestation. This study examines whether habeas data and the General Data Protection Law effectively secure the rights of access, review, and informational control, particularly with respect to informational self-determination, when state decisions become mediated by AI. The regulatory analysis, combined with three case studies, shows that the legal framework already contains principles and safeguards that are, in principle, sufficient to govern the use of inferential technologies. However, algorithmic opacity, the absence of technical documentation, technological dependence, and informational coloniality prevent these instruments from producing practical effects. Citizens may know the raw data that represent them, but not the inferences that shape administrative, judicial, and public security decisions. In this context, digital constitutionalism emerges as a hermeneutic key that requires expanding publicity, reasoning, and due process to encompass the analytical operations that produce legal effects. The study concludes that the effectiveness of constitutional data protection depends less on new normative provisions and more on institutional and epistemic conditions capable of rendering automated decisions intelligible and of preserving, in practice, informational self-determination.pt_BR
dc.subject.cnpqÁreas::Ciências Sociais Aplicadas::Direitopt_BR
dc.degree.departament::(CCJ-DDPGP) - Departamento de Direito Público Geral e Processualpt_BR
dc.degree.graduation::CCJ-Curso de Direitopt_BR
dc.degree.grantorUniversidade Federal de Pernambucopt_BR
dc.degree.localRecifept_BR
Aparece en las colecciones: (CCJ) - TCC - Trabalho de Conclusão de Curso de Graduação

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