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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.contributor.advisorFREIRE, Cristiniana Cavalcanti-
dc.contributor.authorCALDAS, Júlia de Holanda Cavalcanti Lins Caldas-
dc.date.accessioned2026-01-20T17:42:36Z-
dc.date.available2026-01-20T17:42:36Z-
dc.date.issued2025-12-15-
dc.date.submitted2026-01-12-
dc.identifier.citationCALDAS, Júlia de Holanda Cavalcanti Lins. Cirurgia plástica reparadora pós gastroplastia como continuação do tratamento da obesidade grau III: análise da obrigatoriedade de custeio no âmbito da saúde suplementar. 2026. 49 p. Trabalho de Conclusão de Curso (Direito) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67729-
dc.description.abstractA obesidade grau III configura uma doença crônica de alta complexidade e impacto social, que demanda tratamento multidisciplinar e contínuo. Quando o paciente não obtém êxito com os métodos convencionais de emagrecimento, a gastroplastia surge como alternativa terapêutica eficaz, promovendo significativa perda de peso. Contudo, o emagrecimento acentuado acarreta o excesso de pele e suas consequências físicas e psíquicas, exigindo, muitas vezes, a realização de cirurgias plásticas reparadoras. Ocorre que, embora a jurisprudência, especialmente após o julgamento do Tema 1.069 do Superior Tribunal de Justiça, reconheça a obrigatoriedade de cobertura dessas cirurgias pelos planos de saúde, as operadoras frequentemente negam o custeio sob argumentos contratuais ou regulatórios. Partindo dessa problemática, este trabalho tem como objetivo analisar em que medida a negativa de custeio das cirurgias plásticas reparadoras pós-gastroplastia contraria o direito fundamental à saúde e os princípios consumeristas, considerando a legislação vigente, a regulação da Agência Nacional de Saúde Suplementar e a jurisprudência consolidada do STJ. Constatou-se que tais negativas violam os princípios da boa-fé objetiva, da vulnerabilidade do consumidor e da função social do contrato, além de restringirem o alcance do direito à saúde em sua dimensão integral. Para o desenvolvimento da pesquisa, utilizou-se o método dedutivo e a pesquisa bibliográfica e documental, com o intuito de demonstrar que a cirurgia plástica reparadora constitui etapa indispensável à reabilitação física e psicológica do paciente, devendo ser de cobertura obrigatória pelas operadoras de saúde.pt_BR
dc.format.extent49 p.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/pt_BR
dc.subjectObesidade grau IIIpt_BR
dc.subjectGastroplastiapt_BR
dc.subjectCirurgia plástica reparadorapt_BR
dc.subjectDireito à saúdept_BR
dc.titleCirurgia plástica reparadora pós gastroplastia como continuação do tratamento da obesidade grau III: análise da obrigatoriedade de custeio no âmbito da saúde suplementarpt_BR
dc.typebachelorThesispt_BR
dc.degree.levelGraduacaopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/9812412206417542pt_BR
dc.description.abstractxGrade III obesity is a chronic disease of high complexity and social impact, requiring continuous and multidisciplinary treatment. When patients do not achieve satisfactory results with conventional weight-loss methods, bariatric surgery emerges as an effective therapeutic alternative, leading to significant weight reduction. However, the substantial weight loss often results in excess skin and its physical and psychological consequences, making reconstructive plastic surgery necessary in many cases. Although Brazilian case law — particularly after the Superior Court of Justice’s ruling in Theme No. 1,069 — has established the mandatory coverage of such surgeries by health plans, operators frequently deny reimbursement based on contractual or regulatory arguments. Based on this issue, the present study aimed to analyze to what extent the denial of coverage for post-bariatric reconstructive plastic surgeries violates the fundamental right to health and consumer protection principles, considering the current legislation, the regulation of the National Supplementary Health Agency (ANS), and the consolidated jurisprudence of the Superior Court of Justice. The study concluded that such denials breach the principles of good faith, consumer vulnerability, and the social function of contracts, as well as restrict the full realization of the right to health. The research employed the deductive method and bibliographic-documentary analysis to demonstrate that reconstructive plastic surgery constitutes an essential stage of the patient’s physical and psychological rehabilitation and must, therefore, be mandatorily covered by health insurance operators.pt_BR
dc.subject.cnpqÁreas::Ciências Sociais Aplicadas::Direitopt_BR
dc.degree.departament::(CCJ-DTGDP) - Departamento de Teoria Geral do Direito e Direito Privadopt_BR
dc.degree.graduation::CCJ-Curso de Direitopt_BR
dc.degree.grantorUniversidade Federal de Pernambucopt_BR
dc.degree.localRecifept_BR
Aparece en las colecciones: (CCJ) - TCC - Trabalho de Conclusão de Curso de Graduação

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