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Título: Essa história é minha: a relação do povo Kapinawá com o patrimônio arqueológico do vale do Catimbau
Autor(es): SILVA, Kassia Maria Queiroz da
Palavras-chave: Arqueologia Pública; Arqueologia Comunitária; Povos Indígenas Kapinawá
Data do documento: 28-Fev-2020
Editor: Universidade Federal de Pernambuco
Citação: SILVA, Kássia Maria Queiroz da. Essa história é minha a relação do povo Kapinawá com o patrimônio arqueológico do Vale do Catimbau. 2020. Dissertação (Mestrado em Arqueologia) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2020.
Abstract: A arqueologia Comunitária é uma das perspectivas da Arqueologia Pública, e vem se destacando como meio de inserção das populações tradicionais dentro das pesquisas arqueológicas. Nos municípios de Buíque, Tupanatinga e Ibimirim, que se localizam entre o agreste e sertão do estado de Pernambuco, está localizado o território demarcado do Povo Indígena Kapinawá. No território desses municípios está localizada também o Parque Nacional do Catimbau, uma unidade de conservação ambiental que possui potencial arqueológico, com 33 sítios arqueológicos já registrados no IPHAN. Pesquisas arqueológicas foram realizadas na área do PARNA do Catimbau, e, no entanto, em sua grande maioria, sem a participação da comunidade indígena Kapinawá. Entendendo a comunidade como parte do contexto arqueológico, essa pesquisa teve como finalidade identificar e compreender a relação do povo Kapinawá com os sítios arqueológicos localizados no Vale do Catimbau. Para isso se buscou uma interação com essa comunidade indígena para entender como o patrimônio arqueológico é apropriado. Com base no aporte teórico da Arqueologia Pública e Comunitária, e entendendo a oralidade como fonte de pesquisa, utilizou-se da história oral para o resgate da memória desse povo. Foram realizadas entrevistas e visitas aos sítios arqueológicos da área do PARNA e nas proximidades das aldeias Macaco, Malhador, Mina Grande, Pau Ferro e Ponta da Várzea, tendo em vista que os sítios e a cultura material existente são utilizados e interpretados, de diferentes formas, pela comunidade. Os dados obtidos por meio das entrevistas e levantamento dos sítios foram analisados através do lugar de fala da comunidade, focando nos discursos desse grupo social. Como resultados foram constatados que, para a comunidade Kapinawá os sítios arqueológicos são entendidos como espaço ancestral, local sagrado e de fortalecimento de sua cultura para os quais possuem uma interpretação própria.
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67921
Aparece nas coleções:Dissertações de Mestrado - Arqueologia

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