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Título : Ensino de Geografia no Fundamental II : o uso de um sistema agroflorestal como espaço multissensorial para a educação inclusiva
Autor : SANTANA, Vinicius Viana de
Palabras clave : Educação inclusiva; Ensino de Geografia; Sistema agroflorestal; Agroecologia
Fecha de publicación : 16-dic-2025
Citación : SANTANA, Vinicius Viana de. Ensino de Geografia no Fundamental II : o uso de um sistema agroflorestal como espaço multissensorial para a educação inclusiva. 2026. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Geografia) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2025.
Resumen : Este trabalho analisa o uso de um Sistema Agroflorestal (SAF) como ferramenta pedagógica inclusiva no ensino de Geografia para estudantes com deficiência intelectual e Transtorno do Espectro Autista (TEA). A pesquisa, fundamentada em uma abordagem qualitativa de natureza multifacetada, utiliza o Estudo de Caso combinado com a Pesquisa-Ação e a Pesquisa Participante. O estudo foi realizado na Escola Municipal em Tempo Integral Professor Nilo Pereira, no Recife, onde o autor atuou como Agente de Apoio ao Desenvolvimento Escolar Especial (AADEE), sendo um mediador ativo na implantação do sistema. É enfatizada a importância das metodologias ativas para romper com o ensino tradicional de Geografia, frequentemente pautado em abstrações e representações cartográficas que podem gerar barreiras para alunos com necessidades específicas. O SAF é proposto como um laboratório vivo e multissensorial que permite a materialização de conceitos complexos da geografia por meio do tato, olfato, audição, paladar e visão. O projeto priorizou as categorias geográficas de Lugar e Paisagem, por serem conceitos mais próximos da experiência direta e concreta dos estudantes, facilitando a construção de pertencimento e a percepção do mundo. O processo prático envolveu a recuperação de um solo degradado, a implantação de bananeiras como espécies pioneiras para criar um "berço de fertilidade" e a manutenção do sistema com cobertura morta para conservar a umidade e nutrir a terra sem o uso de agrotóxicos ou fertilizantes químicos. Durante a pesquisa, a coleta de dados foi norteada pela Avaliação Formativa, utilizando observação participante, diário de campo e registros fotográficos para monitorar o engajamento e a evolução da autonomia dos alunos. Os resultados demonstram que a vivência no SAF permitiu que os estudantes conectassem sensações a objetos concretos, estimulando a autonomia e tornando o aprendizado de Geografia mais democrático e significativo. Conclui-se que o sistema agroflorestal não é apenas uma ferramenta didática, mas uma potencialidade para transformar o espaço escolar em um ambiente ativamente vivido e inclusivo.
URI : https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67939
Aparece en las colecciones: (TCC) - Geografia (Licenciatura)

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