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https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67009
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| Título : | Macrofauna em áreas com e sem estruturas de defesa costeira |
| Autor : | MARINHO, Nídia Cristiane de Melo |
| Palabras clave : | Macrobentos; Praias arenosas; Estruturas de defesa costeira; Impacto ambiental; Erosão costeira |
| Fecha de publicación : | 31-jul-2025 |
| Editorial : | Universidade Federal de Pernambuco |
| Citación : | MARINHO, Nídia Cristiane de Melo. Macrofauna em áreas com e sem estruturas de defesa costeira. 2025. Tese (Doutorado em Biologia Animal) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2025. |
| Resumen : | As zonas costeiras, por sua complexidade natural e relevância socioeconômica, vêm sendo alvo de crescentes intervenções para conter a erosão, especialmente diante do agravamento provocado pelas mudanças climáticas e a elevação do nível do mar. No Brasil, o problema é particularmente evidente no Nordeste, com destaque para Pernambuco, onde cerca de um terço do litoral apresenta processos erosivos. Municípios como Paulista, Olinda, Recife e Jaboatão dos Guararapes têm adotado diversas obras de defesa costeira, muitas vezes sem conhecimento adequado sobre seus impactos ecológicos. Nesse contexto, este estudo avaliou a resposta da macrofauna bentônica à implantação de estruturas de defesa costeira (EDCs) no litoral pernambucano em três fases. A primeira, por meio de revisão sistemática, bibliométrica e meta análise, mapeou o conhecimento global sobre efeitos de EDCs na macrofauna bentônica (2002 2024), revelando aumento expressivo de publicações após 2015 e que quebra-mares de concreto são os mais comuns, com impactos negativos significativos na abundância e densidade da macrofauna, além de lacunas como ausência de dados sobre materiais e variáveis abióticas. Na segunda fase, nove áreas de Pernambuco foram avaliadas, confirmando padrões globais: EDCs favorecem deposição de sedimentos mais finos e comunidades dominadas por espécies oportunistas, enquanto ambientes naturais mantêm comunidades equilibradas. Por fim, a terceira fase comparou conjuntos de quebra-mares do Janga e Casa Caiada, evidenciando que características do projeto influenciam diretamente seus efeitos. O Janga, com estruturas mais próximas da praia e menor distância entre elas, apresentou maior deposição sedimentar e homogeneização biológica, enquanto Casa Caiada demonstrou impactos inferiores e maior heterogeneidade. Conclui-se que, embora os efeitos negativos das EDCs sejam predominantes, compreender suas configurações é crucial para influenciar a resposta biológica local. Ao integrar abordagens globais e análises locais, este estudo avança o conhecimento sobre impactos ecológicos das EDCs, oferecendo subsídios para intervenções mais sustentáveis e fundamentadas na conservação ambiental. |
| URI : | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67009 |
| Aparece en las colecciones: | Teses de Doutorado - Biologia Animal |
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