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https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67074
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| Título : | Entre regimes de verdade e processos de subjetivação: a existência de mulheres na licenciatura em matemática. |
| Autor : | RIBEIRO, Maria Adrielly de Souza |
| Palabras clave : | Mulheres; Educação Matemática; Subjetividade; Regimes de Verdade; Devir |
| Fecha de publicación : | 26-nov-2025 |
| Citación : | RIBEIRO, Maria Adrielly de Souza. Entre regimes de verdade e processos de subjetivação: a existência de mulheres na licenciatura em matemática. 2025. Trabalho de Conclusão de Curso (Matemática – Licenciatura) – Universidade Federal de Pernambuco, Caruaru, 2025. |
| Resumen : | A Matemática, tal como a conhecemos hoje, foi construída a partir das inúmeras contribuições de pessoas que, movidas pela necessidade ou pela curiosidade, buscaram compreender o mundo por meio de teorias e fórmulas que explicassem seus padrões e relações. No entanto, a história dessa área de conhecimento é, em sua maioria, narrada a partir das vozes e feitos de homens. Durante a educação básica, são raros os relatos de estudantes que tenham aprendido Matemática com uma docente mulher. Partindo dessa constatação, esta pesquisa busca compreender como os regimes de verdade e os processos de subjetivação influenciam o devir docente de mulheres no curso de Licenciatura em Matemática da Universidade Federal de Pernambuco — Centro Acadêmico do Agreste (UFPE–CAA). Fundamentado na Filosofia da Diferença, especialmente nos estudos de Michel Foucault e Gilles Deleuze, o trabalho investiga as experiências, resistências e modos de existência dessas licenciandas, analisando como elas ressignificam suas trajetórias em um campo historicamente masculinizado. A pesquisa, de abordagem qualitativa e caráter descritivo, foi realizada por meio de questionário aplicado a seis licenciandas do curso, com o objetivo de identificar os discursos e regimes de verdade que moldam suas vivências acadêmicas. Os resultados apontam que, apesar da crescente presença feminina, persistem desigualdades simbólicas e estruturais que afetam o sentimento de pertencimento e a construção da identidade docente. Conclui-se que reconhecer as vozes e experiências dessas mulheres é essencial para ampliar o debate sobre gênero na Educação Matemática e fortalecer práticas formativas mais equitativas e plurais. |
| URI : | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67074 |
| Aparece en las colecciones: | TCC - Matemática - Licenciatura |
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