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https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67495
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| Título: | Linfedema e função muscular de mulheres sobreviventes ao câncer de mama: estudo transversal |
| Autor(es): | SILVA, Ana Rafaela Cardozo da |
| Palavras-chave: | Força muscular; Linfedema relacionado ao câncer de mama; Neoplasias da mama |
| Data do documento: | 30-Abr-2025 |
| Editor: | Universidade Federal de Pernambuco |
| Citação: | SILVA, Ana Rafaela Cardozo da. Linfedema e função muscular de mulheres sobreviventes ao câncer de mama: estudo transversal. 2025. Dissertação (Mestrado em Fisioterapia) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2025. |
| Abstract: | O linfedema secundário ao câncer de mama (LSCM) é uma condição crônica e progressiva do sistema linfático, que se caracteriza por inflamação, aumento na deposição de tecido adiposo e fibrose tecidual. Apesar da alta prevalência do linfedema entre as mulheres sobreviventes de câncer de mama, os prejuízos na função muscular associados ao LSCM ainda não estão amplamente documentados na literatura. Diante do exposto, este estudo transversal teve como objetivo avaliar a influência do procedimento cirúrgico e presença do linfedema nos parâmetros musculares (força e espessura muscular) e no tecido subcutâneo em mulheres sobreviventes ao câncer de mama entre agosto de 2022 e setembro de 2023 no Laboratório de Fisioterapia na Saúde da Mulher e Assoalho Pélvico da Universidade Federal de Pernambuco. O linfedema foi diagnosticado por volumetria indireta e perimetria, enquanto a ultrassonografia foi utilizada para avaliar a estrutura tecidual (espessura do complexo dérmico-epidérmico, tecido subcutâneo e muscular). A força muscular foi mensurada por dinamometria manual e digital. Os resultados demonstraram que, ao comparar os membros superiores de 41 mulheres com e sem linfedema, o grupo com LSCM apresentou menor força dos músculos flexores do braço (72,63 ± 24,17 lb) em relação ao grupo sem (87,36 ± 51,49 lb). De forma semelhante, a força de preensão manual absoluta foi inferior no grupo com LSCM (22,03 ± 5,22 kg) em comparação ao grupo sem (22,88 ± 5,81 kg), com uma diferença média de 0,85 kg (IC 95%: -2,67 a 4,37), embora essa diferença não tenha alcançado significância estatística. Ao comparar o membro superior homolateral e contralateral à cirurgia, observaram-se diferenças significativas entre os membros. A avaliação ultrassonográfica evidenciou aumento significativo da espessura do complexo dérmico-epidérmico no membro homolateral, nas regiões do antebraço (diferença média de 0,20 mm; p = 0,022) e dos músculos flexores do braço (diferença média de 0,25 mm; p < 0,001), além de redução da espessura muscular no antebraço. No entanto, tais alterações teciduais não diferiram significativamente entre indivíduos com e sem linfedema, sugerindo que a perda de força e as alterações observadas podem estar mais associadas aos efeitos da intervenção cirúrgica ou a processos fisiopatológicos locais do que à presença isolada do linfedema. |
| URI: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67495 |
| Aparece nas coleções: | Dissertações de Mestrado - Fisioterapia |
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| DISSERTAÇÃO Ana Rafaela Cardozo da Silva.pdf | 1.04 MB | Adobe PDF | ![]() Visualizar/Abrir |
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