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https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67553
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| Título: | Evidências sobre os efeitos de tratamentos não-farmacológicos no quadro sintomático da Síndrome das Pernas Inquietas: uma revisão sistemática |
| Autor(es): | GADELHA, Luana Beatriz Rodrigues |
| Palavras-chave: | Síndrome das Pernas Inquietas (SPI); Tratamentos não-farmacológicos; Exercícios terapêuticos; Doença de Willis-Ekbom; Intervenções não-farmacológicas; Terapias físicas. |
| Data do documento: | 16-Dez-2025 |
| Citação: | GADELHA, Luana. Evidências sobre os efeitos de tratamentos não-farmacológicos no quadro sintomático da Síndrome das Pernas Inquietas: uma revisão sistemática. Trabalho de Conclusão de Curso (Educação Física) - Universidade Federal de Pernamuco, Recife, 2025. |
| Abstract: | A Síndrome das Pernas Inquietas (SPI) é um distúrbio neurológico caracterizado pela necessidade incontrolável de mover as pernas, especialmente durante períodos de inatividade, como à tarde e à noite. Afeta de 5% a 25% da população, sendo mais prevalente em mulheres e também presente em cerca de 2% das crianças. O diagnóstico é clínico e se baseia no desejo de movimentar as pernas, alívio dos sintomas por meio do movimento e piora durante a inatividade. A SPI pode ser classificada como primária (idiopática), sem causa conhecida, ou secundária, associada a condições como anemia e insuficiência renal. O tratamento convencional é farmacológico, com o uso de medicamentos dopaminérgicos, sendo eficaz no alívio imediato dos sintomas, mas com diminuição da eficácia ao longo do tempo. Por essa razão, há um crescente interesse em intervenções não farmacológicas nesse campo. Estudos atuais têm demonstrado que o exercício é uma abordagem terapêutica eficaz, acessível e de baixo custo para pacientes com SPI, embora as recomendações sobre abordagens que oferecem melhores resultados a longo prazo ainda sejam inespecíficas e a literatura sobre o assunto seja limitada. O objetivo deste trabalho é realizar uma revisão de literatura sobre intervenções não farmacológicas para o tratamento da SPI, avaliando os efeitos, as interações entre diferentes abordagens e suas combinações na atenuação dos sintomas e na qualidade de vida dos indivíduos com a síndrome. Entre as terapias estudadas, destacam-se os exercícios de alongamento, o treinamento aeróbico, a yoga, a eletroestimulação e o conceito de Mulligan. A metodologia adotada consiste em uma revisão de literatura baseada em estudos experimentais randomizados e não-randomizados. |
| URI: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67553 |
| Aparece nas coleções: | (TCC) - Educação Física (Bacharelado) |
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