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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67567

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Título: Análise Comparativa entre o Antimoniato de Meglumina e a Miltefosina no Tratamento da Leishmaniose Tegumentar Americana
Autor(es): SILVA, Ingrid Geovanna de Moura e
Palavras-chave: Leishmaniose tegumentar americana; Antimoniato de Meglumina; Miltefosina
Data do documento: 6-Ago-2025
Citação: SILVA, Ingrid Geovanna de Moura e. Análise comparativa entre o antimoniato de meglumina e a miltefosina no tratamento da leishmaniose tegumentar americana. 2025. 35 f. TCC (Graduação em Enfermagem) - Centro Acadêmico de Vitória, Universidade Federal de Pernambuco, Vitória de Santo Antão, 2025.
Abstract: A Leishmaniose Tegumentar Americana é causada por parasitos do gênero Leishmania e caracterizada pelo aparecimento de lesões cutâneas. No Brasil, o tratamento com o Antimoniato de Meglumina apresenta muitos obstáculos. Assim, a Miltefosina seria uma possível nova opção terapêutica. O presente trabalho objetiva realizar uma revisão da bibliografia vigente a fim de analisar e comparar as principais características do Antimoniato de Meglumina e da Miltefosina. Foi formulada a pergunta norteadora: “Qual fármaco, Antimoniato de Meglumina ou Miltefosina, apresenta maior eficácia no tratamento da Leishmaniose Tegumentar Americana?”. Os artigos foram selecionados a nível global, a partir da leitura dos títulos, resumos e dos textos completos, foram incluídos os artigos disponíveis em inglês ou português, publicados entre 2004 e 2024 e relacionados com a pergunta norteadora. Excluiu-se os artigos não relacionados com o tema, artigos duplicados, estudos de caso e texto de opinião. As bases de dados utilizadas foram PUBMED e SCIENCEDIRECT, e a amostra final resultou em 10 artigos. Observou-se que, quanto à eficácia clínica, o Antimoniato de Meglumina apresentou entre 21%-81,4% de eficiência, enquanto a Miltefosina apresentou taxas entre 46,15%-93,3%. Sobre os efeitos adversos, no Antimoniato de Meglumina os mais comuns foram artralgias, mialgias, febre e cefaléia. Já a Miltefosina, apresentou efeitos como vômitos, náuseas, dor abdominal, inapetência e elevação de enzimas hepáticas. Por fim, pode-se concluir que a Miltefosina possui eficácia clínica maior quando comparada ao Antimoniato de Meglumina e que os seus efeitos adversos são menos graves, impactando positivamente no tratamento.
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67567
Aparece nas coleções:(CAV) TCC - Enfermagem

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