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Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67643

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Título: Recidiva de peso em pacientes submetidos à cirurgia bariátrica: a adesão nutricional como diferencial para prevenção
Autor(es): CAMPOS, Rosaura Soares de Almeida
Palavras-chave: Obesidade; Cirurgia Bariátrica; Recidiva de peso; Acompanhamento nutricional; Nutrição clínica; Tratamento
Data do documento: 24-Abr-2025
Editor: Universidade Federal de Pernambuco
Citação: CAMPOS, Rosaura Soares de Almeida. Recidiva de peso em pacientes submetidos à cirurgia bariátrica: a adesão nutricional como diferencial para prevenção. 2025. Dissertação (Mestrado em Cirurgia) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2025.
Abstract: Introdução - Apesar de a cirurgia bariátrica (CB) ser considerada um tratamento eficaz para a obesidade grave, alguns pacientes podem apresentar perda de peso (PP) insuficiente e/ou recidiva de peso (RP) em vários níveis. Assim, o cuidado nutricional tem um papel fundamental no manejo interdisciplinar desses indivíduos, tanto no pré como no pós-operatório, necessitando de manutenção ao longo da vida. Objetivo - Avaliar a RP no pós-operatório de três anos de CB, na perspectiva da adesão ao acompanhamento nutricional. Metodologia - Estudo de coorte retrospectivo, realizado no período de 2021 a 2024, com adultos, acompanhados no Centro de Obesidade e Diabetes do Hospital Santa Joana, Recife-PE. Foram analisadas características sociodemográficas, clínicas e de estilo devida em pré e pós-operatório. Resultados - Participaram do estudo 38 indivíduos provenientes da área metropolitana do Recife (75%), dos quais 61,1% do sexo feminino, com idade de 38,72 anos (±11,26), sendo 97,2% ativos no mercado de trabalho. Quanto aos aspectos clínicos, observou-se alta frequência de Hipertensão Arterial Sistêmica (66,7%) seguidos de diabetes mellitus (22,2%) e dislipidemia (28,6%) pré-operatório. No estilo de vida, predominou o sedentarismo (88,9%), baixa ingestão de bebida alcoólica (80,6%) e frequência elevada de transtornos alimentares (69,4%). Quanto ao acompanhamento nutricional, avaliado através do número de consultas presenciais, observou-se que 52,8 % aderiram a mais de 4 consultas, nos três anos avaliados.O ganho ponderal ocorreu em 01 paciente aos 24 meses (2,9%), 01 paciente aos 36 meses (8,3%). Conclusão - Durante o pós operatório de três anos, não ocorreu RP da amostra estudada, enquanto a PP se mostrou adequada.
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67643
Aparece nas coleções:Dissertações de Mestrado - Cirurgia

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