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Título: As crises da teoria da separação dos poderes nas democracias contemporâneas e seus efeitos no estado do Pernambuco
Autor(es): VASCONCELOS, Uriel de Almeida
Palavras-chave: Sistemas democráticos; Separação dos poderes; Saúde pública; COVID-19; Pernambuco
Data do documento: 26-Jul-2024
Editor: Universidade Federal de Pernambuco
Citação: VASCONCELOS, Uriel de Almeida. As crises da teoria da separação dos poderes nas democracias contemporâneas e seus efeitos no estado do Pernambuco. 2024. Dissertação (Mestrado em Direito) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2024.
Abstract: A partir de uma abordagem comparativo-estruturante, a pesquisa se propõe a investigar os diferentes sentidos de “crises” que envolvem os sistemas democráticos e a teoria da separação dos poderes na contemporaneidade. Destaca-se o mapeamento dos efeitos disruptivos no Estado de Pernambuco, com foco na competência legislativa concorrente em matéria de saúde pública. Busca-se evidenciar as tensões entre o Executivo, Legislativo e Judiciário no Brasil, analisando seu funcionamento estrutural; as normativas que desencadeiam a concentração ou contração de poder; a usurpação e erosão do equilíbrio entre os Poderes; e o deficiente modo de incorporação do princípio da cooperação no Federalismo Brasileiro, sobretudo ao afetar as políticas públicas estaduais. No primeiro capítulo, talharam-se terminologias para diagnosticar um eventual cenário de “crises” dentro das democracias constitucionais liberais, demarcando: Quais são os núcleos mínimos que representam um regime democrático? O que representa a crise? Como identificar uma democracia em crise? Em seguida, frente à influência da separação dos poderes à construção da prática constitucional observada em inúmeros Estados Democráticos de Direito, a exemplo do brasileiro, analisa a pesquisa o clássico paradigma da tripartição de poderes, em especial, quanto a deficitária absorção da doutrina de Montesquieu no desenho institucional do país. Na sequência, de modo empírico e sob o alicerce de uma coleta de dados efetivada a partir de uma lógica observacional não participante, examina-se, frente à pandemia do novo coronavírus (Covid-19), o grau de coordenação e paralelo entre as iniciativas promovidas pelo Governo Federal e a gestão da saúde no Estado de Pernambuco; a atuação do Supremo Tribunal Federal em matéria de Federalismo Cooperativo; e a instauração da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia no Senado Federal, respostas do Federalismo pátrio defronte um quadro de descoordenação sistêmica. Ao final, escrutinam-se os instrumentos de cooperação tradicionalmente aplicados na gestão da saúde do Estado de Pernambuco, além de propor mecanismos e salvaguardas à constituição do ente subnacional através das instituições híbridas.
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67762
Aparece nas coleções:Dissertações de Mestrado - Direito

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