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Título : Prospecção tecnológica na reabilitação de pacientes com sequelas Pós-AVC para clínicas de fisioterapia
Autor : LOPES, Maria Augusta Ferreira
Palabras clave : AVC; Fisioterapia; Inovação
Fecha de publicación : 27-ago-2025
Editorial : Universidade Federal de Pernambuco
Citación : LOPES, Maria Augusta Ferreira. Prospecção tecnológica na reabilitação de pacientes com sequelas Pós-AVC para clínicas de fisioterapia. 2025. Dissertação (Mestrado em Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologia para a Inovação) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2025.
Resumen : A crescente demanda por soluções inovadoras na reabilitação fisioterapêutica de pacientes com sequelas pós-Acidente Vascular Cerebral (AVC) impulsiona a necessidade de identificar tecnologias com potencial clínico e viabilidade de aplicação. Diante disso, esta pesquisa teve como objetivo realizar uma prospecção tecnológica de anterioridade, com base em bancos de patentes nacionais e internacionais, para verificar o potencial de patenteabilidade e o grau de maturidade de tecnologias aplicáveis à fisioterapia neurológica. A metodologia adotada foi dedutiva, bibliográfica e documental, com foco em bases de dados de patentes (WIPO, ESPACENET e INPI), utilizando critérios específicos de busca, palavras-chave em português e inglês, e códigos da Classificação Internacional de Patentes (IPC) voltados à área da saúde e tecnologias assistivas. Foram identificadas 455 patentes, das quais 10 foram selecionadas para análise aprofundada por duas fisioterapeutas, com base na proximidade clínica e na aplicabilidade prática em contextos de reabilitação neurológica. Para essas dez tecnologias, foram enviados questionários por e-mail aos respectivos inventores, com o intuito de realizar uma avaliação qualitativa quanto ao nível de maturidade tecnológica por meio da escala internacional TRL (Technology Readiness Level). Três inventores responderam, permitindo a análise qualitativa direta. Os resultados evidenciaram que uma das tecnologias se encontra em estágio intermediário (TRL 6), com protótipo funcional e testes em ambiente relevante, enquanto as demais permanecem nas fases iniciais (TRL 3), ainda sem validação clínica ou comercial. Os resultados evidenciaram que uma das tecnologias encontra-se em estágio intermediário (TRL 6), com protótipo funcional e testes em ambiente relevante, enquanto as demais permanecem nas fases iniciais (TRL 3), ainda sem validação clínica ou comercial. A pesquisa destaca que, embora exista um volume significativo de inovações depositadas, grande parte ainda não atingiu estágio de prontidão para uso clínico. Conclui-se que a análise de maturidade tecnológica, aliada à prospecção de anterioridade, é uma ferramenta eficaz para orientar investimentos, acelerar processos de inovação em saúde e apoiar estratégias de incorporação tecnológica na fisioterapia.
URI : https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67843
Aparece en las colecciones: Dissertações de Mestrado Profissional – Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologia para Inovação

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