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https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67014
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| Title: | Trajetórias e cruzos: (Não) Monogamias, Mulheres, Nordestes e artes |
| Authors: | SANTOS, Thereza Cristina Leandro da Silva Queiroz |
| Keywords: | Não monogamia; Nordeste brasileiro; Mulheres; Artes; Feminismos |
| Issue Date: | 30-Jun-2025 |
| Publisher: | Universidade Federal de Pernambuco |
| Citation: | SANTOS, Thereza Cristina Leandro da Silva Queiroz. Trajetórias e cruzos: (Não) Monogamias, Mulheres, Nordestes e artes. 2025. Tese (Doutorado em Psicologia) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2025. |
| Abstract: | Nos últimos anos o campo de estudos que problematiza o sistema monogâmico vem se expandindo, fazendo emergir não apenas novas formas de relações afetivo-sexuais, mas arranjos sociais anteriores à colonização no Brasil. Dito isso, esta tese caminha junto aos feminismos contracoloniais (mas também reivindica a possibilidade de uma não monogamia teórica/conceitual), e tem como objetivo analisar as trajetórias de mulheres cisgêneras residentes no Nordeste Brasileiro que vivenciam a não monogamia. Além de se propor a compreender quais os sentidos que elas atribuem a não monogamia; quais as estratégias que utilizam nessas experiências; identificar os efeitos coloniais e os atravessamentos de raça, classe e gênero nas vivências afetivo-sexuais das mulheres; e as artesanias não monogâmicas no contexto cultural nordestino. Para tal, colocamos em suspensão as ficções: Nordeste, monogamia e mulher - através das artes (sobretudo da poesia). Utilizamos como instrumento de diálogo a entrevista narrativa, que foi realizada com nove mulheres cisgêneras, residentes no Nordeste brasileiro, com idades entre 23 e 40 anos, de diferentes raças, orientações sexuais e formatos/compreensões de não monogamia. Do diálogo com as interlocutoras houve a possibilidade de encontro e desencontro na encruzilhada (tomada como ferramenta analítica), na qual quatro cruzos/esquinas foram trabalhados: os sentidos e sentires em relação às práticas não monogâmicas; as experiências na não monogamia, para além das marcações identitárias, e como atravessam as corporeidades negras, lésbicas, mães e em relações com homens cisgêneros; a vivência no território nordestino, suas contradições, rasgos e fronteiras; e o atravessamento do tempo espiralar nas suas trajetórias. As mulheres promovem rasgos tanto na ideia de Nordeste como de monogamia, fazem estripulias em meio às contradições (entre pensar e sentir), questionam os destinos traçados nos territórios, criam suas próprias ferramentas de resistência e subvertem a ideia de tempo linear. |
| URI: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67014 |
| Appears in Collections: | Teses de Doutorado - Psicologia |
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